Dieta para crescimento excessivo de cândida

Escrito por kate bruscke | Traduzido por vanessa santos
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Dieta para crescimento excessivo de cândida
Dieta que pode eliminar a cândida do seu organismo (David De Lossy/Digital Vision/Getty Images)

A cândida, um fungo, é a causa da candidíase oral e das infecções fúngicas (genitais ou em dobras do corpo). Ela tem uma má reputação, sendo considerada culpada de outros sintomas inexplicáveis, como fadiga crônica, dores de cabeça recorrentes, alterações de humor ou inchaço. Muitas pessoas, porém, relatam uma diminuição das infecções orais e genitais e a melhoria desses outros sintomas por seguirem uma dieta planejada para reduzir a quantidade de cândida no organismo.

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Três estágios

Grande parte das dietas redutoras de cândida segue três estágios: uma desintoxicação interna para limpar a cândida do corpo, eliminação de alimentos que estimulam o crescimento de cândida internamente e suplementação com ervas terapêuticas. Ela é seguida por uma fase duradoura em que quantidades limitadas de alimentos eliminados da dieta são reintroduzidos, juntamente com bactérias probióticas, como aquelas encontradas nos iogurtes.

Desintoxicação interna

A desintoxicação interna é feita de duas formas, seja ela irrigação do cólon ou uma dieta líquida (muito semelhante com uma variação da Master Cleanse, mas com aumento da suplementação de fibras). O princípio de ambas é expulsar a cândida do trato digestivo tanto quanto possível, seja literalmente por "lavagem", via irrigação, ou aumentando drasticamente a ingestão de líquidos e "desengordurando", com adição de fibras. Em ambos os casos, nunca tente uma limpeza do cólon ou jejum sem antes consultar seu médico.

Eliminar alimentos

No segundo estágio, alimentos relacionados à cândida são totalmente eliminados da dieta, o que inclui laticínios de todos os tipos (com ênfase especial aos queijos envelhecidos), comidas fermentadas de todos os tipos (como vinho, cerveja e muitos vinagres); todas as frutas; comidas fúngicas (como cogumelos); alimentos com glúten (aqueles baseados em grãos que contêm trigo), vegetais ricos em carboidratos, como batatas, milho e cenoura; e açúcares de todos os tipos (açúcar branco, mascavo e cru, mel, xarope de arroz integral, xarope de bordo e melaço).

Os alimentos permitidos seguem um modelo de dieta com poucos carboidratos, estimulando a ingestão de proteínas animais de alta qualidade (carnes e ovos), vegetais verdes folhosos e grãos sem glúten (como arroz ou painço). A maioria das dietas anti-cândida também estimulam sua suplementação com algas ricas em nutrientes, como a espirulina e a clorela, e tomar ervas, como alho, cravo, hidraste, dentre outras, que acredita-se que atacam e reduzem as leveduras internas. Além disso, nunca tome nenhum suplemento nutricional ou ervas sem antes procurar seu médico para se certificar de que não há contraindicações com outros medicamentos que possa estar tomando.

Manutenção

No estágio final da dieta redutora de cândida, os alimentos previamente restritos são reintroduzidos na dieta, embora muitos recomendem que você os considere como condimentos e continue a consumi-los o mínimo possível. Além disso, os probióticos são tomados como suplementos para reintroduzir bactérias amigáveis no sistema.

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