Fisioterapia para tratamento de espondilose

Escrito por m. gideon hoyle | Traduzido por aline cortez
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Fisioterapia para tratamento de espondilose
A fisioterapia é a principal opção não cirúrgica para tratar a espondilose cervical (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

A espondilose cervical, ou osteoartrite cervical, é uma condição associada ao envelhecimento caracterizada pela degeneração dos ossos da coluna na região do pescoço. Essa doença é progressiva, podendo afetar homens e mulheres, e aparece com mais frequência após os 40 anos. Embora casos graves de espondilose cervical possam requerer procedimento cirúrgico, a fisioterapia muitas vezes proporciona um alívio significativo nos sintomas.

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Sintomas

De acordo com a American Academy of Orthopaedic Surgeons, os sintomas de espondilose cervical podem ser: dor persistente ou crônica e rigidez no pescoço, dificuldades para caminhar, perda de equilíbrio, fraqueza ou dormência nos dedos, mãos e braços, estalos ao mover o pescoço, dores de cabeça e espasmos musculares. Se você apresenta esses sinais, procure seu médico para buscar um diagnóstico adequado.

Fisioterapia passiva

A fisioterapia é a principal opção não cirúrgica para tratar a espondilose cervical. Normalmente esse tipo de tratamento é realizado por um fisioterapeuta especialmente treinado. No início, o fisioterapeuta usará técnicas que não exigem a sua participação ativa. Essas técnicas passivas têm o objetivo de acostumar o paciente ao tratamento, prepará-lo para técnicas mais ativas e reduzir a dor.

Podem-se alternar terapias quentes e frias para tratar a área afetada. A aplicação de calor aumenta o fluxo sanguíneo, levando mais oxigênio e nutrientes ao local. Ao mesmo tempo, o fluxo sanguíneo aumentado ajuda a eliminar as toxinas naturais que contribuem para os espasmos musculares. Aplicações de frio reduzem a dor, os espasmos e a inflamação. Como alternativa às bolsas de gelo tradicionais, pode-se usar o fluorometano, um spray refrescante aplicado diretamente sobre a pele.

A massagem profunda do tecido ajuda a aliviar os espasmos relacionados à espondilose, bem como qualquer outra tensão crônica nos músculos do pescoço. Nessa técnica, o fisioterapeuta irá usar as mãos ou outros acessórios para aplicar pressão sobre tendões, músculos e ligamentos.

A estimulação elétrica usa correntes de intensidade segura para estimular os músculos. Além de atenuar espasmos, essa técnica pode reduzir a inflamação e estimular mecanismos naturais de alívio da dor. Ela pode ainda ajudar os seus músculos cronicamente tensos a "reaprender" uma postura habitual mais relaxada. Essa forma de tratamento geralmente começa no consultório do fisioterapeuta, mas pode ser estendida à sua casa se apresentar bons resultados.

Fisioterapia ativa

A fisioterapia ativa envolve um plano personalizado para exercitar, alongar e fortalecer os músculos do pescoço e do corpo de modo geral. Com base no seu histórico e no atual estágio de recuperação, o seu fisioterapeuta irá criar um plano que você deverá seguir. Provavelmente o tratamento irá trabalhar estabilidade corporal, variação de movimento e flexibilidade. Feitos adequadamente e sob supervisão, os exercícios podem ajudar a reaprender posturas e hábitos que podem contribuir para aliviar os sintomas da espondilose, promover perda de peso e proporcionar uma coordenação que deixe os movimentos do pescoço mais fluídos e menos "estalados".

Outras considerações

É importante lembrar que a fisioterapia não corrige a degeneração responsável pela espondilose cervical. Consulte seu médico para receber uma orientação completa de como lidar com o problema.

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