Gimnospermas e adaptação

Escrito por ethan shaw | Traduzido por pamela oliveira
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Gimnospermas e adaptação
A ginkgo biloba é um tipo de gimnosperma (Gingko image by Angelika Bentin from Fotolia.com)

Gimnospermas estão entre as primeiras plantas do planeta a se reproduzirem usando sementes verdadeiras. Apesar de serem em uma variedade bem menor do que as angiospermas, plantas com frutos, as gimnospermas modernas - que incluem coníferas, gingko biloba e cicadáceas - ainda sobrevivem graças a adaptações únicas.

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Evolução

As gimnospermas provavelmente evoluíram no final do período Carbonífero, há mais de 300 milhões de anos, e se diversificaram bastante pelo período seguinte, o Permiano. Atualmente, os representantes são encontrados em todos os continentes exceto a Antártica.

Reprodução

Gimnosperma significa "semente nua", uma referência ao fato de não haver frutos carnosos ou um ovário que as envolva. Muitas gimnospermas envolvem suas sementes em pinhas, que são estruturas foliares modificadas. Na maior parte das espécies, tanto a pinha fêmea quanto a macho, existe na mesma árvore; as pequenas pinhas macho produzem pólen para fertilizar as estruturas fêmeas, maiores e mais visíveis.

Gimnospermas e adaptação
Muitas sementes de gimnospermas se desenvolvem na forma de pinha (pine tree image by pershing from Fotolia.com)

Outras adaptações

Muitas coníferas são perenes, o que significa que mantêm a folhagem ao longo do ano. Em alguns ecossistemas, isso dá-lhes uma vantagem sobre as espécies caducifólias, que precisam parar a fotossíntese quando perdem as folhas. Coníferas, muitas vezes, adaptam-se bem a ambientes com condições severas, como morros áridos ou montanhas elevadas

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