Métodos modernos de investigação criminal

Escrito por dawn sutton | Traduzido por bruno robson ribeiro dos santos
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Métodos modernos de investigação criminal
Hoje em dia, a investigação criminal tem-se utilizado da tecnologia (Comstock/Comstock/Getty Images)

Capturar criminosos se tornou uma ciência exata graças aos recentes avanços tecnológicos e métodos modernos de investigação criminal. Na sociedade de hoje, os autores são identificados através de vários testes de fluidos corporais atualizados. A investigação criminal examina também os discos rígidos dos computadores dos suspeitos, e através de análises de DNA, as impressões digitais de criminosos conhecidos podem ser identificados em minutos, através de sistemas automatizados de identificação. Até os programas de TV populares como "Criminal Minds" nos dão algumas dicas de como esse trabalho é realizado.

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Informática forense

Hoje, boa parte da população tem ao menos um computador em casa e isso se tornou uma das ferramentas da perícia forense para investigar crimes e capturar criminosos. As pistas deixadas por um computador podem ser comparadas a pegadas digitais de certa forma. Pornografia infantil pode ser localizada através do uso de determinados sites de internet e, ao se examinar o disco rígido de alguém, é possível encontrar outras evidências para encerrar um caso. Em investigações de assassinato, em que há premeditação, a perícia forense pode encontrar evidências no computador de um suspeito, através de eventuais buscas como, por exemplo, pesquisas sobre como matar pessoas ou envenenar alguém, ou ainda podem encontrar e-mails que podem ajudar a condenar o suspeito.

Sistema automático de identificação de impressões digitais

Atualmente, é bem mais fácil identificar as impressões digitais deixadas na cena do crime, graças aos sistemas automáticos de identificação de impressão digital, também conhecidos como AFIS. No passado, as impressões digitais dos suspeitos eram tiradas com tinta preta. O método atual envolve colocar os dedos e a palma da mão dos suspeitos em uma placa de vidro, em uma espécie de terminal, que irá escanear sua mão. Um técnico de identificação envia as imagens da impressão para a AFIS para ser comparada em um banco de dados com mais de cinco milhões de impressões digitais. O AFIS identifica todas as correspondências de uma pessoa que já foi presa ou tenha um mandato em uma questão de minutos.

Testes modernos de fluidos corporais

Uma variedade de testes são usados em casos de agressão sexual e homicídio para identificar os fluidos corporais que ficaram na cena do crime. Fluidos corporais incluem saliva, sêmen e sangue. Técnicos forenses procuram sêmen usando fosfatase ácida. Quando essa enzima é aplicada no sêmen, ele ficará roxo, logo tornando-se visível. O sangue é identificado pelo teste de "Kastle-Meyer". Esse teste envolve o uso de fenolftaleína, que é claro mas fica rosa quando o sangue é encontrado. Outro químico moderno de detecção de sangue é o luminol. Investigadores do crime pulverizam o luminol em torno de um quarto e, em seguida, desligam as luzes. Mesmo as gotículas de sangue serão reveladas nesse processo. Para ver a presença de saliva, os técnicos utilizam o teste da "Phadebas Amylase". Quando a saliva está presente em uma peça de roupa ou lençol de cama, um corante azul será liberado, devido à presença da amilase.

Analise de DNA

Uma das principais mudanças nos métodos de investigação criminal é o uso da análise de DNA. Desde o final dos anos 80, os avanços que envolvem tecnologia de DNA tem ajudado a condenar criminosos, eliminando assim, os suspeitos inocentes. A análise do DNA é usada na pele, sangue, saliva, sêmen e cabelo, e é considerada uma ferramenta confiável para buscar criminosos. A análise do DNA é usada hoje por advogados de defesa, promotores, policiais e em tribunais na América do Norte.

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