Técnicas de fotografia forense

Escrito por noel lawrence | Traduzido por jackellyne y. gomes
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Técnicas de fotografia forense
Capturar uma impressão digital em seu todo pode requerer uma fotografia de múltipla exposição (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

A fotografia forense usa técnicas especializadas para documentar investigações, geralmente revelando detalhes imperceptíveis a olho nu. Além de gravar a aparência original da cena do crime, as fotos normalmente ajudam a ativar a memória das testemunhas e investigadores quando tentam relembram detalhes de um evento. Além disso, elas podem ser usadas como evidência para sustentar um testemunho verbal.

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Fotografia infravermelha

A fotografia infravermelha grava imagens através da radiação infravermelha, sendo oposta à luz. Esse método é especialmente útil em uma fotografia de vigilância e fotos aéreas noturnas. O infravermelho também pode ser empregado para detectar queimaduras de resíduos de tiro e manchas de sangue em roupas, assim como certos tipos de escrita invisível (ex: tinta invisível). Quase toda câmera de filme 35 mm ou lente pode ser usada para esse tipo de fotografia. A imagem infravermelha é capturada por um filme especial que é sensível ao calor.

Fotografia ultravioleta

Investigadores usam o ultravioleta (UV) quando a luz ambiente e a fotografia infravermelha falham. Depois do pó fluorescente ou da ninidrina serem colocados, a fotografia UV pode capturar digitais que não estão à mostra em superfícies multicoloridas. Também pode revelar secreções corporais como urina, sêmen e suor não visíveis a olho nu. Apesar do filme padrão (em uma velocidade acima do normal) poder ser usado pela fotografia ultravioleta, um filme especial que exclui toda luz ambiente será necessário.

Fotografia de exposição múltipla

Fontes diferentes de luz podem revelar detalhes diferentes em uma evidência. Por exemplo, uma única exposição pode não capturar uma digital inteira em uma arma de um crime. Diferentes quantidades de luz UV podem ser necessárias para revelar o que ficou latente em seu todo. Na fotografia forense, uma solução envolve expor a mesma foto múltiplas vezes, para que os detalhes em várias gamas de luz possam ser sobrepostos. Na era digital, entretanto, usar camadas em fotos individuais no Photoshop e mesclá-las geralmente permite um controle maior que tentar realizar o processo com uma câmera.

Fotografia digital

Câmeras digitais fizeram com que a fotografia forense ficasse bem mais rápida e fácil. Ao invés de correr para a sala escura para revelar um rolo de filme, o fotógrafo tem uma foto instantânea que pode ser dividida com os investigadores. Geralmente, a evidência fotográfica digital é aceita em corte, apesar dos céticos terem argumentado que sua resolução reduzida e facilidade quanto à alteração a deixa inferior em relação a métodos tradicionais baseados em filmes. Entretanto, politicas rigorosas de documentação e procedimento, tanto quanto os contínuos avanços técnicos, geralmente, devem dissipar quaisquer dúvidas quanto à qualidade da evidência digital.

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