Teorias tradicionais de liderança

Escrito por nathalie gosset | Traduzido por samuel silva
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Teorias tradicionais de liderança
A ciência da liderança mudou significativamente ao longo dos últimos 70 anos (different image by Photosani from Fotolia.com)

A ciência da liderança estuda como uma pessoa deve pensar e agir para liderar equipes objetivando grandes realizações. Durante os últimos 70 anos, as opiniões têm evoluído desde a crença de que você nasce ou não para ser um líder, até as teorias mais recentes, as quais enfatizam que a liderança pode ser aprendida e combinada ao carisma, à atenção para a motivação e os sentimentos dos funcionários, e às forças ambientais. Essa evolução da escola de pensamentos pode ser classificada em sete teorias de liderança.

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Teoria do Grande Homem

Durante o século 19, acreditava-se que a liderança era adquirida no momento do nascimento, e não era uma habilidade que poderia ser aprendida. Além disso, os líderes apresentavam-se nos momentos de dificuldade e não tinham que ser procurados ou encontrados. Como Robert A. Segal afirma, a história era vista como uma sucessão de eventos liderados por heróis carismáticos. No entanto, essa abordagem passiva de esperar pelo surgimento de um líder foi substituída na década de 1930 com uma teoria mais pró-ativa, a teoria comportamental de liderança.

Teoria comportamental

Essa abordagem acreditava na ativa identificação de pessoas com traços de liderança no início de suas vidas. Ao estudar o caráter dos grandes líderes, qualquer pessoa com um conjunto de personalidades correspondentes era rotulada como um futuro líder. Essa tarefa se tornou complexa e teve a credibilidade perdida quando o estudo descobriu que não observou todos os líderes bem-sucedidos, de acordo com R. Bolden, um investigador experiente e educador nas áreas de liderança da University of Exeter.

Teoria participativa

A teoria por trás do movimento de liderança participativo da década de 1970 era que um líder poderia chegar a uma boa decisão, envolvendo todas as pessoas que tiveram alguma experiência sobre um problema. Kurt Lewin, psicólogo conhecido que estudou a dinâmica da liderança, colecionou três estilos de liderança participativa. A abordagem autocrática, onde o líder toma a decisão isoladamente, pode causar a rebelião dos empregados. Os grupos de estilo democrático promovem grupos de decisão e a gestão "laissez-faire", que permite que outras pessoas decidam o que precisa ser feito, o que também pode sair pela culatra com a perda do objetivo final.

Liderança situacional

Essa escola de pensamento dos anos 80 integra a noção de que o ambiente pode afetar a tomada de decisão do líder. Além de trabalhar com uma equipe para coletar as informações necessárias, ele também precisa incluir as forças do ambiente (política externa ou interna) e as motivações de seus seguidores. Sua abordagem pode ser alterada na pendência das circunstâncias, como descrito por Bolden.

Teoria da Contingência

Essa teoria explica as habilidades do líder em uma situação em que o trabalho pode não ser apropriado ou eficaz em outra situação. Essa observação baseia-se no fato de que um líder tende a ter um estilo preferido para a abordagem dos problemas e a receita que funciona na maioria das vezes, pode não ser adequada para todas as situações. Isso apóia a prática da seleção de líderes com base na situação. Jay Galbraith, professor da Management and Organization at the University of Southern California, começou a promover modelos de liderança baseados na contingência, em meados da década de 70 para trazer a flexibilidade de resposta a mudanças no ambiente.

Liderança transacional

Esse conceito, desenvolvido por Max Weber, assume que os funcionários trabalham melhor sob uma clara cadeia de comando e que eles podem ser motivados com recompensas ou castigos. Sob esse tipo de liderança, o líder deve articular objetivos e orientações claras, com informações sobre as consequências de atender ou não os objetivos. O líder tende a gerenciar por exceção, focando onde existem os problemas e assume que o resto das operações podem continuar a operar de forma eficiente.

Liderança transformacional

A liderança transformacional representa algumas das práticas de hoje. Esse estilo inspira o envolvimento e o sucesso de outros e baseia-se na crença de que o sucesso vem a partir da criação de uma visão, da paixão e do entusiasmo pelo trabalho. O carisma e os sentimentos dos funcionários entram na equação de eficiência para alcançar os objetivos corporativos.

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