Tribos norte-americanas que praticavam o sacrifício humano

Escrito por michael e carpenter | Traduzido por paula soares
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Tribos norte-americanas que praticavam o sacrifício humano
As tribos de planície viviam na região que hoje é conhecida como Great Plains (Thinkstock/Stockbyte/Getty Images)

As tribos de planície da América do Norte incluem os Sioux, os Cheyennes, Crows, Blackfeetss, Comanches, Pawnees e outras. Essas tribos viviam na região que hoje é chamada Great Plains (Grandes Planícies), uma área rica em pastagens, vales e riachos. O sacrifício humano não era um ritual comum entre essas tribos, com exceção de uma, a Pawnee, que tinha um ritual anual de sacrifício humano.

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Os índios Pawnee

A tribo Pawnee era composta por quatro grupos autônomos e independentes. Os Chauis, ou Grand Pawnees, foram considerados os líderes dos outros grupos quando pressões externas, como os europeus, entraram em cena. Os outras outros grupos são os Kitkehakis ou Pawnees republicanos, os Pitahauerats ou Pawnees Tapage, e os Pawnees Skidis, que também eram chamados de Loups ou Wolfs. A tribo era considerada muito espiritual, e os rituais sagrados foram muito importantes para o povo. Esses rituais foram uma peça central na religião e nas cerimônias Pawnees e tinham o objetivo de ​equilibrar a natureza e estabelecer relações com os deuses e espíritos.

Sacrifício humano

Os rituais de sacrifício humano ocorriam antes da preparação das plantações na primavera. Os Pawnees acreditavam que se o ritual não ocorresse as plantações de milho, feijão e abóboras não teriam sucesso. Após o sacrifício, partes do indivíduo sacrificado eram levadas aos campos e podem até ter sido usadas para untar as enxadas usadas para cultivar a terra, com base no relato de um comerciante no livro de Sir James George Frazier, "The golden bough" (O galho dourado, em tradução livre).

O tratamento

O indivíduo a ser sacrificado poderia ser um prisioneiro ou prisioneira. Ele era tratado com muito respeito, vestido com a roupa mais fina e muito bem alimentado. Os Pawnees tentavam engordar a pessoa que seria sacrificada. Ela não era informada sobre seu destino até que fosse decidido que ela estava gorda o suficiente e, em seguida, era amarrada a uma cruz.

O processo

Em 1837 ou 1838, uma jovem garota foi sacrificada pelos Pawnee. Dois dias antes do sacrifício, a menina andou de tenda em tenda coletando madeira e tinta. No dia do sacrifício ela foi pintada metade de vermelho e metade de preto. Ela foi assado em fogo baixo antes de ser alvejada por flechas. O chefe da tribo removeu o coração da menina e o comeu. O sangue e os pedaços do corpo foram usadas para cobrir as sementes antes de serem cobertas pela terra.

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