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Hérnia inguinal em cães

A hérnia inguinal é uma protuberância em um órgão (ou tecido) na região da virilha, onde os músculos do estômago se encontram com os das patas traseiras. Essa situação é mais comum em fêmeas. As raças mais suscetíveis a essa doença incluem West Highland White terrier, Poodle, Basset Hound, Pequinês e o Spitz Alemão.

O pequinês é uma das raças mais propensas a desenvolver a hérnia inguinal (Jupiterimages/Stockbyte/Getty Images)

Sintomas

A hérnia inguinal canina aparece como uma protuberância coberta de pele na região da virilha. Se não puder ser empurrada de volta para o abdômen, ela é chamada de hérnia encarcerada. Ela se torna inchada e dolorida, uma vez que o fornecimento de sangue é estrangulado. Sem o tratamento adequado, a área afetada desenvolve um abscesso, acompanhado de dores intensas, febre e, se o cão se recusar a comer, anorexia e desidratação. Uma hérnia inguinal que pode ser empurrada para dentro do abdômen, é chamada de hérnia redutível, não apresentando sintomas.

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Causas

A hérnia inguinal canina pode ser desenvolvida por problemas congênitos ou pode aparecer devido ao alongamento dos músculos abdominais durante a gravidez.

Diagnóstico

Um veterinário faz um exame físico para determinar se a hérnia inguinal existe, se é redutível ou encarcerada. Além desse exame, é pedido um ultrassom e radiografia contrastada para visualizar a posição do órgão e determinar o tamanho da hérnia.

Tratamento

O tratamento envolve reparação cirúrgica, independentemente se ela é redutível ou encarcerada. A cirurgia de emergência envolve a redução manual da hérnia para dentro do abdômen, seguido pelo fechamento cirúrgico do saco da hérnia e sutura do abdômen.

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Referências

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