Análise literária do livro de Jó

Escrito por flora richards-gustafson Google | Traduzido por dalete queiroz
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Análise literária do livro de Jó
Muitos usam o Livro de Jó do Velho Testamento como guia durante tempos difíceis (bible image by Liz Van Steenburgh from Fotolia.com)

Um dos mais famosos livros do Velho Testamento na Bíblia, o Livro de Jó é sobre um homem rico que perde sua saúde, filhos e propriedade. A prosa reflete a justiça de Deus e porque coisas ruins acontecem com boas pessoas, e ele ensina que nenhuma tentação é sempre muito poderosa.

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Histórico do Livro de Jó

Embora o Talmud declare que Moisés escreveu o Livro de Jó, muitos estudiosos bíblicos acreditam que foi um autor anônimo. Por conta das inconsistências na prosa e no diálogo poético, alguns estudiosos acreditam que mais de uma pessoa escreveu o texto. Descobertas no século vinte também levaram alguns comentadores a acreditar que o Livro de Jó evoluiu de uma antiga história popular que uma pessoa eventualmente escreveu no século cinco A.C. Embora existam várias traduções do Livro de Jó, todas elas vêm de textos Septuagint gregos que foram traduzidos da língua hebraica, textos Massoréticos hebraicos e o Latim Vulgar, que foi traduzido dos textos hebraicos.

Roteiro

O Livro de Jó começa com Jó, um piedoso sheik hebraico que tinha tudo que poderia querer na vida. Deus exalta sua lealdade, por essa rara característica entre os ricos, e credita sua felicidade a sua fidelidade. O diabo, contudo, desafia Deus e declara que a fidelidade de Jó é um produto das riquezas e boa sorte na vida. O diabo aposta com Deus declarando que Jó daria as costas para ele, se vivenciasse quaisquer infortúnios. Como resultado, Jó experimenta a morte dos seus filhos, a perda da suas riquezas e o estabelecimento de uma dolorosa doença de pele. Através do Livro de Jó, os seus amigos, Eliphaz, Bildad, e Zophar o dizem que Deus o está punindo por seus pecados. Jó rejeita essa explicação, e Elihu, outro amigo dele, defende Deus ao declarar que Deus não faz com que maldades aconteçam à sua criação. Os capítulos 14, 33 e 37 explicam que o tumulto na vida é o resultado do livre arbítrio. No fim do livro, Jó se arrepende de questionar e pensar mal de Deus -- um ato que Deus recompensa com riqueza e poder.

Temas principais

Existem vários temas incontestados no Livro de Jó, incluindo a virtude da paciência diante do sofrimento, as recompensas da fé, o sofrimento não ser uma punição para o pecado, a onipotência de Deus e o exame da moralidade. O teólogo Marco Aquino e o Papa Gregório I declararam que o Livro de Jó ensinou que o sofrimento era uma experiência purificante e desejável. Outros estudiosos sugeriram que outro tema válido para a examinação é a inabilidade da humanidade de entender como Deus trabalha fora da interpretação de justiça do mundo.

A vinda do Messias

Nos capítulos 9 e 33 no livro de Jó, Jó declara que deseja ter um mediador, assim ele poderia comunicar-se diretamente com Deus. Esses anseios ajudam a introduzir o nascimento, vida e propósito do Messias, Jesus Cristo, cuja vida sobre a terra começa no Novo Testamento da Bíblia. O primeiro Livro de Tito revela em seu segundo capítulo que Jesus é o mediador pelo qual Jó por muito ansiava. A ideia de Jesus como o redentor é introduzida no 19º capítulo no Livro de Jó, quando ele declara que acredita que Deus irá fornecer tal pessoa, que Paulo aborda no primeiro capítulo no Livro de Efésios do Novo Testamento.

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