Características da ciência moderna

Escrito por david mcguffin | Traduzido por pina bastos
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Características da ciência moderna
A ciência moderna nasceu com os avanços da Renascença e da idade da razão (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Embora haja muitas respostas para definir ciência moderna e seu começo, baseadas em diferentes interpretações históricas, as características da ciência moderna permanecem parecidas quaisquer que sejam os tempos históricos. As datas mais antigas para o nascimento da ciência moderna vão da Idade Média, em 1277, até o século XVII. Alguns historiadores citam uma segunda revolução científica ocorrida no começo do século XX, com o advento da física quântica.

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Capacidade de observação

Em contraposição à ciência medieval, que elegia a teologia e a metafísica como o pináculo do conhecimento científico, a ciência moderna só se refere a objetos naturais que podem ser percebidos pelos cinco sentidos ou com a ajuda de instrumentos. Como resultado, métodos de observação também levaram a ramos da ciência em desenvolvimento que lidam apenas com componentes teóricos, tais como a física quântica e algumas partes da astronomia. Uma vez que os fatos tenham sido observados, testados e retestados, os cientistas tentam arrumar suas observações no formato de expressões chamadas de leis científicas. Observações que ainda não podem ser testadas e provadas em uma base consistente são chamadas de teoria científica.

Método científico

O método científico é outro importante componente da ciência moderna, pois descreve a base objetiva para testar e comunicar resultados das investigações científicas. Usando o método científico, um cientista formará uma suposição com base no conhecimento em relação ao resultado de um processo ou experimento e depois usará vários testes, que isolam uma ou mais variáveis, a fim de obter um objetivo e um resultado conferível. Se a hipótese não se coadunar com a conclusão do experimento, precisará ser modificada para ficar de acordo com os resultados.

Matemática

Uma forte ênfase na matemática e não mais na filosofia, nos símbolos e nas atitudes é outra marca registrada característica da ciência moderna que vai de mãos dadas com a capacidade de observação e o método científico. Por exemplo, na Idade Média, até o tempo de Galileo Galilei, pensava-se que a Terra era o centro do universo por causa da atitude e da importância simbólica dos humanos como o centro de tudo e suas implicações religiosas, que eram exponenciadas pela igreja. No entanto, o uso que Galileo fez da matemática lançou uma das fundações da ciência moderna quando fez com que ela substituísse a filosofia e a especulação por observação objetiva. Isaac Newton, um dos pais da ciência moderna, solidificou ainda mais a importância da matemática na teorização de que o universo inteiro podia ser explicado através do uso de modelos matemáticos.

Dois tipos de ciência

A ciência moderna pode ser dividida em dois diferentes ramos, que são conhecidos por ciência aplicada e ciência pura. A ciência pura descreve a ciência da descoberta. A ciência aplicada descreve o processo de desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para consumidores e muitas vezes resulta dos experimentos e teorias da ciência pura. Enquanto os dois ramos da ciência utilizam os poderes da observação, o método científico e a matemática, a ciência pura está mais interessada em expandir e testar o corpo existente do conhecimento científico, enquanto a ciência aplicada procura colocar esse conhecimento em uso.

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