Cinco teorias sobre motivação

Escrito por emily anderson | Traduzido por marina mendes
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Cinco teorias sobre motivação
A teoria da necessidade de realização, de David McClelland, afirma que as necessidades das pessoas são moldadas pela experiência de vida. (Jupiterimages/Creatas/Getty Images)

A motivação é a razão pela qual os seres humanos realizam tarefas. É uma qualidade difícil de definir, já que as pessoas têm diferentes motivos para fazer o que fazem. Por centenas de anos, os cientistas oferecem várias teorias de diferentes perspectivas (científica, psicológica, fisiológica, antropológica e sociológica) para explicar de onde vem a motivação e como aumentá-la. A teoria da motivação é útil principalmente para o ambiente de trabalho.

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Maslow e a hierarquia de necessidades

A hierarquia de necessidades, proposta por Abraham Maslow, diz que os seres humanos são motivados a fazer coisas em uma ordem específica para a sobrevivência. De acordo com essa teoria, seres humanos não conseguem satisfazer suas necessidades de ordens superiores sem que hajam satisfeito as ordens anteriores. As necessidades, em ordem, são: fisiológicas, de segurança, amor e relacionamento, estima e, por último, realização pessoal.

Teoria dos dois fatores

Frederick Herzberg afirma em sua teoria dos dois fatores que dois fatores influenciam a motivação, principalmente no ambiente de trabalho, e estes fatores são: fatores de higiene e motivacionais. Os fatores de higiene são aqueles que, quando ausentes no trabalho, causam insatisfação. Estes incluem o ambiente, nível de supervisão, pagamento, etc. Os motivacionais são aqueles que causam mais satisfação quando existem no ambiente de trabalho, e que não diminuem a satisfação quando não estão presentes. Estes fatores incluem auto-realização, reconhecimento de habilidades, natureza do trabalho, etc.

Necessidade de realização

A teoria da necessidade de realização, de David McClelland, é semelhante a de Maslow, mas afirma que as necessidades das pessoas são moldadas por sua experiência de vida. Essa teoria cita três tipos diferentes de pessoas baseadas em suas motivações: pessoas com necessidade de realização, necessidade de afiliação e aquelas com necessidade de poder. As pessoas do primeiro tipo se esforçam para ser as melhores em tudo e são as que melhor se saem em situações de risco. Para essas pessoas, deve-se dar projetos difíceis com objetivos claros e sempre oferecer um feedback. O grupo de pessoas que têm necessidade de afiliação exige apenas relações harmoniosas e agradáveis com seus colegas de trabalho e clientes, e se sai melhor em trabalhos de equipe e situações cooperativas. Já as pessoas com a necessidade de poder anseiam por organizar e dirigir os outros para objetivos pessoais ou para a instituição em que trabalham. Elas trabalham melhor em posições de gestão.

Teoria da expectativa

A teoria da expectativa, de Victor Vroom, usa a teoria dos dois fatores para esclarecer que os fatores de higiene no ambiente de trabalho não levam necessariamente à satisfação do funcionário e aumento da produtividade. Em vez disso, os funcionários só aumentam a produtividade se acreditarem que o trabalho deles tem relação direta com a realização de seus objetivos pessoais. Nesta teoria, os motivadores são absolutamente essenciais para aumentar a produtividade no ambiente de trabalho.

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