As consequências da pobreza infantil

Escrito por mallory hall | Traduzido por ágata erhart
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As consequências da pobreza infantil
Crianças que vivem na pobreza têm a tendência de possuir um desenvolvimento social atrasado (Stockbyte/Stockbyte/Getty Images)

Pesquisas mostram que crianças que vivem na pobreza possuem desvantagens a longo prazo comparado à crianças cujas famílias vivem em condições financeiras melhores. Algumas consequências incluem piores resultados escolares, problemas emocionais e um desenvolvimento social atrasado. O centro de pesquisa americano The University of Michigan's Natural Poverty Center informa que 21% das crianças abaixo dos 18 anos, ou 15,3 milhões de crianças, nos Estados Unidos viviam na pobreza no ano de 2008.

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Saude física

Crianças que vivem na pobreza têm chances maiores de contraírem doenças do que crianças que vivem com mais recursos financeiros. A comissão americana The Connecticut Comission on Children informa que elas possuem cinco vezes mais chances de morrerem de uma doença infecciosa do que as outras crianças. Bebês que nascem de pais pobres, ou com pouca renda, geralmente pesam pouco no nascimento, aumentando o risco de morte após o parto. Crianças que vivem na pobreza também são mais obesas do que as que possuem família com uma renda maior, e também correm mais riscos de desenvolverem asma.

Saúde mental

De acordo com o site ChildTrends.org, crianças que vivem na pobreza possuem maiores chances de desenvolverem um comportamento mais impulsivo, assim como desobediência e dificuldade de fazer amizade com outras crianças. Elas podem possuir uma auto-estima inferior devido à questão financeira de sua família, além de apresentarem uma taxa maior de gravidez na adolescência. Crianças pobres também possuem 1,3 vezes mais chances do que as crianças mais ricas de terem atrasos em seu desenvolvimento ou dificuldades de aprendizagem. Estudos mostram que crianças de famílias pobres também têm mais chances de serem anti-sociais e exibem comportamentos como fraude, roubo, bullying e mentiras.

Baixo desempenho escolar

Crianças que vivem na pobreza geralmente vão menos à escola do que as crianças com mais recursos. A comissão The Connecticut Comission on Children informa que cerca de 40% das crianças nos Estados Unidos, a maioria pobres, não estão preparadas para entrar no jardim de infância na idade correta. Crianças de famílias pobres têm a tendência de abandonar a escola conforme ficam mais velhos, e na maioria das vezes possuem pais que não tiveram uma boa educação ou que estudaram em escolas ruins. Essas crianças também não costumam possuir os recursos educacionais necessários como livros, lápis ou papel em casa pelo fato de suas famílias não terem condição de comprá-los.

Soluções possíveis

A maior razão das crianças viverem na pobreza é porque seus pais não conseguem empregos fixos. Aumentar a quantidade de programas de bem-estar que ajudam a treinar as pessoas em diversas ocupações vai ajudá-los a conseguir um emprego que dê uma boa renda. Mais programas podem ser criados para informar sobre a variedade de assistências como os vale-alimentação ou auxílio médico que ajudam lidar com os efeitos da pobreza. Muitas crianças que vivem nessa condição moram com apenas um dos pais, geralmente a mãe. Encorajar as famílias a ficarem juntas e desestimular a gravidez na adolescência pode ajudar a diminuir as chances de que mais crianças nasçam em lares pobres. Pais que foram negligentes devem enfrentar leis de pensão alimentícia maiores.

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