Cyberbullying e o bullying tradicional

Escrito por eleanor mckenzie Google | Traduzido por marla maisonnett
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Cyberbullying e o bullying tradicional
As agressoras usam mensagens de texto como seu método preferido de ataque (Goodshoot RF/Goodshoot/Getty Images)

Bullying é uma das situações mais angustiantes que um jovem pode ter que enfrentar. Na pior das hipóteses, ele leva as crianças ao suicídio. Seus efeitos podem durar a vida inteira e o agressor fica, muitas vezes, tão marcado quanto a vítima. O aumento do cyberbullying é um resultado do aumento do uso da internet e dos celulares, além da adesão a sites de redes sociais. O agressor tradicional tem de enfrentar a vítima, já o agressor virtual não, o que o torna mais difícil de lidar.

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Bullying tradicional

O bullying sempre existiu. A imagem da criança menor e mais fraca sendo vítima de alguém maior e, muitas vezes, mais velho, tem sido retratada em livros e filmes, mas, para alguns, isso é uma realidade. Com o bullying tradicional, é necessário ter vantagem física para poder intimidar outra criança. A vítima com medo da ameaça de violência física, ou pela violência real, faz o que o agressor quer. No entanto, o cyberbullying não precisa de tamanho ou de força para tornar miserável a vida de outra criança, porque os ataques nunca são cara a cara, e geralmente são anônimos. É mais fácil detectar o bullying tradicional porque a violência ou a perda de bens geralmente estão envolvidas. E é mais fácil esconder dos pais e professores o cyberbullying, o que o torna mais perigoso.

Métodos de cyberbullying

O agressor virtual usa e-mails, salas de bate papo, mensagens instantâneas e celulares para incomodar a vítima. Sites de redes sociais são usados para difundir fofocas nocivas e para fazer ameaças. Um estudo feito pela Strom & Strom para a revista Education Digest afirma que a velocidade com que essas mensagens e imagens são distribuídas, além do agressor poder enviá-las a várias pessoas ao mesmo tempo, aumenta a angústia, o que oprime a vítima e a faz se sentir impotente para parar isso.

Nenhum lugar é seguro

Outra diferença fundamental entre o bullying tradicional e o virtual é que, com o primeiro, a vítima geralmente se sente segura em casa, onde o agressor não pode alcançá-la; já o virtual ​​é capaz de atingir a vítima em qualquer lugar. Isso aumenta muito o nível de estresse da vítima e, de acordo com Strom & Strom, isso aumenta também, a longo prazo, os efeitos do bullying na pessoa. Soluções como não usar a Internet ou desligar o celular são de curto prazo e isolam a criança dos amigos.

Segurança na internet

Há várias estratégias disponíveis para lidar com os agressores virtuais. Primeiro, não reagir, pois então eles saberão que fizeram contato e que provocaram uma reação. Outras estratégias podem ser o aumento das configurações de privacidade nos sites prediletos, como o Facebook. Alterar senhas e o nome de usuário geralmente ajuda também. O site Surfing the Net with Kids aconselha aos pais a navegar na internet com seus filhos, passar algum tempo on-line com eles e descobrir quais sites eles acessam e se possuem um perfil em algum desses sites. As melhores formas de ajudá-los são ensinar as crianças sobre limitar o fornecimento de informações pessoais, métodos de bloqueio de contatos e outras formas de lidar com o abuso.

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