O doador do sêmen é o pai do bebê?

Escrito por christine lehman | Traduzido por jessica rocha
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O doador do sêmen é o pai do bebê?
O pai pode ou não ser biológico (Polka Dot Images/Polka Dot/Getty Images)

A inseminação artificial tem permitido mulheres solteiras e mulheres casadas com homens que têm problemas de fertilidade a fertilizarem seus óvulos in vitro e a darem à luz a seus próprios filhos. Existem muitas questões éticas levantadas por tal procedimento, uma delas diz respeito ao grau em que o doador do sêmen pode ser considerado o pai da criança.

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História

Em 1978, o primeiro bebê de proveta nasceu em Bristol, na Inglaterra. Como resultado da batalha de seus pais por nove anos contra infertilidade, os médicos retiraram um óvulo de sua mãe e fertilizaram-no com o sêmen de seu pai. Quando Louise Joy Brown nasceu saudável e perfeitamente normal, milhões de casais estéreis ao redor do mundo ficaram esperançosos.

Significância

Sob circunstâncias normais, óvulos são fertilizados nas trompas de falópio quando encontram o espermatozoide. Depois, o embrião vai até o útero, onde se insere e começa a desenvolver. Independentemente de o esperma ter sido lá colocado naturalmente através da relação sexual ou através de uma intervenção médica, o resultado é o óvulo fertilizado e a mulher engravida.

Tipos

As palavras "pai" e "doador" podem ou não ser usadas de modo intercambiável. Sob circunstâncias ideais, essas duas palavras são uma só, sem distinção. Muitas vezes, uma mulher que passa por uma inseminação artificial usando esperma doado tem um homem em sua vida que anseia ajudá-la a criar o bebê. Ele pode ser um marido, parceiro ou namorado. Sem levar em conta o relacionamento dele para com a mãe do bebê, ele deseja ser considerado como o pai. O termo "pai biológico" pode ser usado para distinguir o doador do sêmen da pessoa que criou a criança como se fosse sua. Geralmente, o pai biológico é desconhecido.

Identificação

Bebês que são o resultado de uma inseminação artificial com doador de sêmen não são diferentes de bebês concebidos de uma forma mais convencional, independentemente da questão da paternidade.

Benefícios

O processo da inseminação artificial com doador de sêmen fez com que fosse possível o fato de casais estéreis terem seus próprios filhos. Casais que escolhem seguir esse caminho para começar uma família geralmente já decidiram, antes da concepção, como vão enxergar o doador do sêmen em relação à paternidade.

Considerações

Antes de ficar grávida com o sêmen de um doador, é importante sondar os direitos legais do mesmo. Se o doador for um amigo, perguntas podem ser discutidas e documentos legais elaborados antes do procedimento. Se o doador do sêmen é desconhecido, fique familiarizada com os direitos legais dele antes de engravidar, uma vez que tais direitos variam de estado a estado. Se não se sabe quem é o doador, a identidade dele pode ou não ser anônima. Enquanto bancos de sêmen recolhem informação sobre os doadores para dar às famílias, doadores talvez escolham permanecer completamente anônimos. Se os pais desejam saber a identidade do doador, ou pensam que a criança terá vontade de conhecê-lo em algum momento de sua vida (muitos têm), deve-se selecionar um doador não anônimo.

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