Saúde

Histologia do linfoma em gatos

Escrito por lynn rademacher | Traduzido por angela spada
Histologia do linfoma em gatos

Uma variedade de fatores pode contribuir para o linfoma felino

House Cat image by phizics from Fotolia.com

O linfoma em felinos descreve uma ampla gama de tumores que afetam as células linfáticas e os linfonodos desses animais. Quando o proprietário de um animal de estimação descobre que o seu gato tem linfoma, pode ficar assustado. Contudo, embora alguns casos rotulados como linfoma felino possam ser sérios, nem todos são. Há muitos tipos diferentes dessa doença em felinos que são passíveis de ocorrer tanto em gatos jovens como em idosos.

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Tipos comuns de linfoma felino

Existem cinco tipos comuns de linfoma felino. O multicêntrico é encontrado nos linfonodos e em múltiplos órgãos. A leucemia felina geralmente está associada a esse tipo de linfoma. A forma tímica de linfoma também está associada à leucemia felina; mas esse tipo limita-se à cavidade torácica. O linfoma mesentérico afeta o intestino delgado e o estômago e geralmente ocorre em gatos com mais de 10 anos de idade. O linfoma alimentar de baixo grau afeta gatos idosos e confina-se aos intestinos. O linfoma cutâneo ocorre em gatos idosos e parece uma doença de pele.

Causas do linfoma felino

Uma combinação de fatores pode causar linfoma em gatos. Os fatores ambientais podem levar ao linfoma. A exposição a substâncias químicas, como benzenos aromáticos ou organofosforados, que são todos ligados ao linfoma em humanos, pode resultar também nessa condição em um felino. A nutrição e as bactérias têm sido vinculadas como causas de linfoma em gatos, assim como a predisposição genética. Embora todos esses fatores sejam ligados como causas, ainda está sendo conduzida pesquisa para definir melhor os fatores causadores da doença.

Sintomas

O linfoma pode apresentar vários tipos diferentes de sintomas. Os mais comuns incluem perda de peso, redução do apetite, vômito, diarreia e letargia. Entretanto, é importante notar que outros fatores também podem causar esses sintomas, e o surgimento destes não significa que um gato esteja sofrendo de linfoma. Testes e observação devem ser conduzidos por um veterinário treinado para confirmar a suspeita dessa condição.

Diagnóstico

Os exames físicos podem revelar linfonodos inchados ou distensão do trato gastrointestinal (GI). Radiografias e ultrassons podem ser usadas para procurar tumores e edema em órgãos internos. Um exame de sangue para detecção de FeLV (vírus da leucemia felina) ou FIV (vírus da imunodeficiência felina) determinará se um gato é portador de uma das doenças e, portanto, predisposto ao desenvolvimento de linfoma. Uma amostra tecidual também pode ser obtida, por meio de biopsia com agulha fina, do tecido sob suspeita.

Tratamento

A sobrevivência de um gato com linfoma depende, em grande parte, da rapidez com que o linfoma é encontrado e diagnosticado. A localização dos tumores também é um fator importante no tratamento e índice de sobrevivência do felino. Aproximadamente 70% dos gatos tratados com quimioterapia têm uma resposta positiva e com sobrevida de 4 a 16 meses. Alguns gatos são capazes de alcançar um nível mais alto de remissão que dura, em média, 2 anos. Os felinos diagnosticados, mas não tratados, sobrevivem de 4 a 6 semanas. Finalmente, a decisão de tratar ou não o linfoma é do proprietário. Todavia, recomenda-se que o gato seja submetido à eutanásia se o linfoma não for tratado.

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