A história das corujas e do Dia das Bruxas

Escrito por jennifer eblin | Traduzido por larissa frança
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A história das corujas e do Dia das Bruxas
A coruja é um símbolo comum do Dia das Bruxas (Jupiterimages/Comstock/Getty Images)

O folclore envolvendo as corujas datam da Grécia Antiga, quando os gregos viam os animais como criaturas especiais que simbolizavam a vitória, de acordo com a "Haunted Bay". Para eles, as corujas eram símbolos de sabedoria e associadas a Atena, a deusa da sabedoria. Hoje em dia, elas aparecem em centenas de decorações para o Dia das Bruxas, incluindo recortes de papéis, máscaras de fantasias, candelabros e panos de mesa. A coruja nem sempre foi parte dessa festa, mas muitas culturas possuíam superstições sobre essa ave.

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Os romanos

Os romanos foram uma das primeiras culturas que viram a coruja como criaturas assustadoras, alega a "Haunted Bay". Ela simbolizava a morte, condenação ou destruição e os romanos acreditavam que elas emergiam de outro mundo. Acreditava-se, ainda, que elas eram a forma animal das bruxas e que se alimentavam de bebês. Os romanos acreditavam também que uma coruja morta pregada na porta da frente de sua casa podia parar as forças do mal.

Tradições inglesas

De acordo com a "Haunted Bay", quando os romanos iam para o norte, o folclore e as histórias sobre as corujas eram passadas aos ingleses. Como as corujas tipicamente caçavam seu alimento tarde da noite, os britânicos as viam como criaturas mortais e do mal, declara as "Send Great Flowers". Se uma pessoa escutava uma coruja de sua casa, acreditava-se que a morte viria em breve. Os irlandeses acreditavam que elas eram criaturas de mau-agouro e que, quando presas dentro de uma casa, traziam má sorte.

Dia das Bruxas

De acordo com a "Haunted Bay", as corujas tornaram-se parte do Dia das Bruxas devido às suas aparições durante as festividades. Elas caçavam à noite e eram frequentemente vistas durante as fogueiras e outros eventos noturnos. Alguns dos animais mergulhavam do céu procurando por pequenos animais para se alimentar. Os aldeões interpretavam mal as intenções das corujas e presumiam que elas estavam atrás das pessoas. O som do pio desses animais também ajudou a torná-las uma tradição do Dia das Bruxas, já que relembrava o som da gargalhada de uma bruxa. O "Halloween Howl" aponta para os tufos de cabelo no topo de uma coruja, que se parecem com os chifres do diabo.

Superstições de corujas

O "Halloween Howl" lista várias superstições envolvendo as corujas, incluindo a ideia de que o pio delas indica a presença de uma bruxa. Uma coruja vivendo dentro de uma casa abandonada indica que ela seria assombrada por fantasmas. Muitas dessas superstições antigas ajudaram a instigar a coruja como um símbolo do Dia das Bruxas. As primeiras decorações usavam as imagens e ideias do que as pessoas comuns temiam, incluindo corujas, morcegos e bruxas. A mesma ideia e tradições passaram através de famílias, o que levou as novas gerações a mantê-la como envoltas na lenda do Dia das Bruxas.

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