A história da sorologia

Escrito por kate prudchenko Google | Traduzido por bruno laget
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A história da sorologia
A sorologia sanguínea tem relação próxima com a ciência forense (Stockbyte/Stockbyte/Getty Images)

A sorologia é o estudo e análise do soro (excreções corporais como sangue, saliva, sêmen e suor). Em análise forense, refere-se principalmente ao estudo e análise do sangue. Os fluidos corporais e o sangue são utilizados na análise de cenas de crimes desde o início dos anos 1900; no entanto, nessa época os procedimentos eram, obviamente, muito menos sofisticados.

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História antiga

Tipos de sangue diferentes não foram reconhecidos até 1875 e não foram organizados em grupos até 1900. Em 1901, Karl Landsteiner descobriu o sistema de tipagem sanguínea ABO. Esta foi uma ruptura revolucionária para a ciência forense. A partir de então, ela foi usada para ajudar a eliminar potenciais suspeitos em várias cenas de crime, de acordo com "Análise forense desmistificada", de David Fisher, Barry Fisher e Jason Kolowski.

Tipagem sanguínea

Os glóbulos vermelhos têm antígenos (substâncias que produzem anticorpos para combater infecções). Landsteiner reconheceu vários tipos de antígenos quando separou os glóbulos vermelhos do plasma numa centrifugadora (um dispositivo que gira as amostras de sangue em alta velocidade para que sedimentem). Landsteiner descobriu duas reações distintas (repulsa e aglomeração) quando adicionava células vermelhas do sangue de outras pessoas, de acordo com "Sorologia: Está no sangue", escrito por Katherine Ramsland. Estes foram rotulados como A (quando o antígeno A está presente, o antígeno B está ausente e o anticorpo anti-B está presente) e B (quando o antígeno B está presente e o A está ausente). A terceira reação foi chamada de O. Isto veio a ser conhecido como o sistema de tipagem sanguínea ABO.

Sangue seco

Em 1932, o Dr. Leon Lattes inventou uma maneira para testar anticorpos em flocos de sangue seco. Esta foi uma descoberta importante, porque foi a primeira vez em que o sangue seco pôde ser estudado. Além disso, ele desenvolveu um procedimento para a aplicação de testes de sangue para manchas no tecido, de acordo com o livro "Sorologia: Está no Sangue".

Fator Rhesus

Em 1940, Landsteiner descobriu o fator Rh, juntamente com Alexander Wiener do Escritório Central de Exames Médicos da Cidade de Nova Iorque. O fator Rhesus refere-se aos cinco principais antígenos encontrados no sangue (sobre a superfície de células vermelhas). A descoberta do fator Rh levou a muitos desenvolvimentos em técnicas forenses de sangue, de acordo com "Análise forense desmistificada".

História recente

A história recente da sorologia de sangue se concentra em individualizar ainda mais as análises. Em particular, os cientistas trabalharam no desenvolvimento de técnicas para identificar o sexo da pessoa, através da utilização de um perfil de enzima/proteína. Como resultado, a tipagem sanguínea atual inclui testes para vários tipos de enzimas e proteínas. Na verdade, hoje em dia os cientistas descobriram mais de 150 proteínas séricas e 250 variedades de enzimas celulares, de acordo com "Sorologia: Está no Sangue". Outro grande avanço foi a aplicação da tecnologia do DNA. Atualmente é mais preciso combinar o DNA de uma amostra de sangue na cena do crime do que criar um perfil sanguíneo inteiro (usando enzimas e proteínas). No entanto, esse perfil ainda é útil para oferecer pistas quanto ao tipo sanguíneo e o sexo do indivíduo.

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