A principal forma de escrita da era colonial americana

Escrito por lee millisaw | Traduzido por aline ferreira
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A principal forma de escrita da era colonial americana
Muitas obras da Literatura Colonial tinham como tema a população nativa da América do Norte (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

A literatura escrita durante a Era Colonial dos Estados Unidos (1600-1776) está principalmente preocupada com o bem estar espiritual dos primeiros colonos. Estas obras alargavam as crenças calvinistas e puritanas que permeavam as primeiras instalações de colonos. Outro tema recorrente na Literatura colonial eram os frequentes encontros violentos com os povos americanos nativos.

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Puritanismo

O olhar puritano era central na literatura americana durante a Era Colonial. Os poemas de Anne Bradstreet e Edward Taylor eram caracterizados por uma devoção religiosa profunda. As obras desta época também celebravam a primazia da família, outro princípio fundamental dos puritanos. O primeiro livro impresso na América Colonial foi o "Bay Psalm Book" (1640), que foi compilado pelos puritanos como uma tentativa de remodelar os salmos musicalmente.

Natureza

Por causa da vasta natureza que os primeiros colonos dos Estados Unidos encontraram, a natureza em si tem um papel importante na literatura da época. As narrativas de John Smith sobre sua exploração da América primitiva descrevia a natureza abundante da costa do Atlântico. Outros escritores do século XVI, como John Lawson e Daniel Denton, eram nobres ingleses que exaltaram o valor do mundo natural da América colonial para o público inglês.

Americanos nativos

Começando com John Smith, muitas obras da Era Colonial descreviam interações com os nativos americanos. Algumas delas, como a "Major Mason's Brief History of the Pequot War" (1736), de John Mason, descreve a situação de guerra contra os nativos americanos. Outras, como a "The Sovereignty and Goodness of God: Being a Narrative of the Captivity and Restoration of Mrs. Mary Rowlandson" (1682), descrevem a sensação de ser capturado pelos nativos.

Identidade americana

Os escritos de Benjamin Franklin buscavam definir os elementos nativos da identidade americana florescente. Sua obra "Poor Richard's Almanac", escrita no inglês americano emergente, é dedicada ao fornecimento de informações práticas para uma leitura ampla. "Common Sense" e "The American Crisis", de Thomas Paine, discutiam a independência da Colônia da Inglaterra e defendiam uma identidade cultural americana livre das influências da colonização. Ambas as obras foram escritas em um inglês mais coloquial.

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