Regras de depreciação de propriedades alugadas e refinanciamento

Escrito por john cromwell | Traduzido por marcos vinicios de araújo barros
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Ao considerar a possibilidade de refinanciar um imóvel é preciso observar todos os fatores para determinar se vale à pena passar pelo processo. A depreciação da propriedade é uma questão importante na gestão do objeto em questão e, portanto, pode ser algo que venha a influenciar uma decisão de refinanciamento. No entanto, o modo como um imóvel é depreciado tem pouca influência sobre a decisão de refinanciamento.

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Depreciação da propriedade

A depreciação é um meio para calcular a "despesa" anual associada com o uso da propriedade, portanto, o desgaste do imóvel. Uma utilidade importante da depreciação é referente a impostos, pelo fato de depreciação anual ser utilizada para compensar a regularidade do imposto de renda do exercício financeiro atual, ao passo que diminui a sua base fiscal global ou o valor do imóvel. De acordo com o código tributário, você pode começar a depreciar uma propriedade que serve para ser alugada assim que ela estiver pronta e disponível para uso. "Pronta e disponível" significa que a propriedade é habitável e disponível para alugar. Para efeitos fiscais, você começa a calcular a depreciação da propriedade de aluguel, pegando o valor que foi pago pela construção, menos o valor da terra e mais algumas despesas como os custos para legalização incorridos na aquisição do imóvel. Depois você precisa descobrir o "tempo de vida útil" da propriedade, que para propriedades de aluguel residencial é de 27,5 anos e para imóveis não residenciais é de 39 anos. Depois coloque o código fiscal obrigatório do sistema modificado de cálculo de depreciação para fins de impostos (MACRS). Você pode escolher um código entre uma série de estratégias de depreciação diferentes para calcular a despesa de depreciação anual, que pode ser aplicada contra o lucro tributável.

Princípios do refinanciamento

O refinanciamento geralmente é um processo utilizado para renegociar um empréstimo, para que o devedor possa aproveitar as melhores taxas e condições financeiras. O que acontece é que o devedor tem uma segunda hipoteca ligada à quantidade que ele ainda deve da primeira e acaba usando a propriedade subjacente como garantia. Usando os recursos da segunda hipoteca ele compensa a primeira. O refinanciamento não é algo a ser realizado por um capricho, pois há custos iniciais significativos e leva um bom tempo para ser quitado. É vital considerar se os benefícios a longo prazo de uma taxa de juros menor com um curto prazo hipotecário ou uma taxa fixa excedem os custos de refinanciamento.

Depreciação e refinanciamento

Depreciação e refinanciamento não interagem totalmente, mas os elementos de calcular a depreciação podem informá-lo se você deve ou não refinanciar. As considerações preliminares para determinar se você deve refinanciar são os anos restantes da hipoteca principal, seu saldo atual, taxa de juros atual, taxa de imposto de renda, os anos que você espera possuir a propriedade e as taxas associadas com a aquisição de uma nova hipoteca. A depreciação não desempenha um papel importante com esses elementos, embora a rapidez com que você deprecia a propriedade possa influenciar quanto tempo você pretende possuir a propriedade. No entanto, alguns cálculos avançados exigem que você calcule a taxa em que serão descontados os custos futuros e os benefícios fiscais associados à propriedade, tais como a depreciação, poderiam afetar o montante. Com essas duas ressalvas, no entanto, a depreciação não influencia diretamente no refinanciamento.

Dicas e Renúncia

Ao refinanciar é fundamental ter organização e a documentação, por isso certifique-se de ter todos os documentos relacionados com a hipoteca original, além da propriedade organizada e disponível para quando você estiver pensando em negociar a nova hipoteca. Depois de adquirir a nova hipoteca, não se esqueça de manter toda a documentação relacionada para fins de imposto de renda, especialmente se estiver pensando em reivindicar deduções referentes ao refinanciamento. Quando preparar seus impostos, consulte um profissional que entende do assunto, como um contador público certificado ou um advogado licenciado, já que este pode atender melhor às suas necessidades individuais. Mantenha seus registros fiscais por pelo menos sete anos para se proteger contra a possibilidade de futuras auditorias. Todos os esforços têm sido feitos para assegurar a precisão desse artigo, mas ele não se destina a ser um conselho legal.

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