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Como superar o bullying

Atualizado em 21 novembro, 2016

O bullying é uma forma deliberada de abuso na qual um indivíduo é repetidamente assediado por um período de tempo. Ele ocorre com pessoas de todas as idades e tem várias formas incluindo o virtual, o do local de trabalho e o escolar. As ações desse tipo de assédio podem incluir violência física, humilhação, ameaças, abuso verbal, gestos ou espalhar rumores. Um ato que não deve ser levado de forma leviana, o bullying pode causar depressão, medo, ansiedade, solidão, baixa auto-estima, e em casos extremos, o suicídio, de acordo com o site My Child's Safety -- (a segurança da minha criança). É importante para as vítimas de bullying e para os pais das crianças que são assediadas tomarem providências para superar o abuso.

Instruções

O bullying pode resultar em sentimentos de solidão e impotência (sad boy image by saied shahinkiya from Fotolia.com)

    Superando o bullying

  1. Ignore o bullying virtual não respondendo às mensagens de texto, e-mails ou mensagens instantâneas. Os assediadores virtuais querem que você envolva-se com eles; responder irá apenas encorajá-los a assediá-lo mais, porque eles sabem que têm controle sobre as suas emoções.

    Simplesmente ignore os assédios virtuais (Polka Dot/Polka Dot/Getty Images)
  2. Salve todas as mensagens enviadas por um assediador, incluindo as conversações, postagens de blog e mensagens de texto. As mensagens enviadas pela internet podem ser traçadas pela polícia e pelos provedores de serviços da internet através do endereço de IP da pessoa. Manter um registro mostrará com qual frequência o bullying ocorre, quando e através de quem.

  3. Denuncie o bullying virtual às autoridades incluindo a polícia local e a escola da vítima se ele for um estudante. A Comissão de Constitutição e Justiça passou um projeto de lei que requer das escolas a expansão das políticas de bullying para incluírem o bullying virtual, de acordo com o portal EBC.

    Vencendo o bullying no ambiente de trabalho

  1. Documente o assédio da pessoa contra você em um artigo. Manter o registro mostrará com que frequência isso ocorre. De acordo com o site Bully Online, anotar o padrão do bullying é importante porque revela a intenção e o assediador não conseguirá dar uma explicação satisfatória para um padrão tão facilmente como faria com um único incidente.

    Faça um registro de todas as vezes nas quais sofrer bullying no trabalho (Digital Vision./Digital Vision/Getty Images)
  2. Converse com os colegas de trabalho para determinar se eles estão sendo assediados pela mesma pessoa. Em caso afirmativo, trabalhem juntos e peça para que eles também mantenham registrado o comportamento do assediador.

  3. Pesquise a política de sua empresa para verificar se o assediador violou quaisquer regras com seu comportamento. Procure também por leis contra o assédio ou discriminação que essa pessoa possa ter infringido. O site Workplace Bullying sugere consultar um advogado do trabalho para ajudar a determinar se algumas leis foram violadas.

  4. Contate o superior do assediador como evidência, bem como os relatórios dos colegas de trabalho. Explique como ele tem violado as regras ou leis da empresa. O site Workplace Bullying recomenda falar em um tom não emocional e de maneira concisa para descrever ao chefe como o assediador está perturbando a produtividade da empresa.

  5. Descreva ao chefe que ações você quer que sejam tomadas contra o assediador como uma transferência ou ação disciplinar.

    Superar o bullying na escola

  1. Denuncie o bullying à escola de seu filho. Descubra quais as políticas que a escola tem com respeito a esse problema, antes de insistir em ações imediatas para proteger seu filho. Enquanto isso, faça um relatório dos incidentes de assédio.

    Denuncie o bullying à escola de seu filho (Jupiterimages/liquidlibrary/Getty Images)
  2. Faça uma reunião com os pais do assediador com um mediador ou um agente de aplicação da lei presente. Se os pais se recusarem a acreditar em suas declarações, mostre a eles o relatório do assédio documentado que seu filho fez.

  3. Reúna-se com o superintendente ou os membros do conselho da escola se o conflito não for resolvido pelo contato com a escola ou pela reunião com os pais. Se a criança está sendo fisicamente assediada, contate as autoridades locais.

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