Teorias e modelos de supervisão

Escrito por david ingram Google | Traduzido por fabiana silva
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Teorias e modelos de supervisão
O modelo de gestão ideal depende do ambiente de trabalho e da dinâmica da equipe (supervisors image by Pix by Marti from Fotolia.com)

Os gerentes empregam diferentes modelos e teorias de supervisão para maximizar a produtividade e a eficiência de suas equipes de trabalho. Nenhuma teoria ou modelo é essencialmente melhor do que o outro. A teoria da contingência estabelece que o melhor modelo de gestão para uma força de trabalho específica depende de uma série de variáveis situacionais. Gerentes experientes estão familiarizados com uma série de metodologias de gestão e sabem como identificar as teorias mais adequadas para aplicar em qualquer situação.

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Teoria Y

A Teoria Y, apresentada no século 20 por Douglas McGregor, engloba a premissa de que os funcionários naturalmente gostam de trabalhar e encontram satisfação inerente às suas carreiras. O foco da supervisão nos termos dessa teoria é o papel dos gestores como facilitadores e professores. Os gerentes da Teoria Y acreditam que tudo o que têm a fazer é oferecer um ambiente de trabalho agradável, saudável e envolvente e que, ao vivenciar esse ambiente, os colaboradores ficarão altamente motivados.

Teoria X

A Teoria X, também elaborada por McGregor, representa o polo oposto da Y. Essa metodologia apresenta a premissa de que as pessoas, por natureza, não gostam de trabalhar e só o fazem porque precisam. Os gerentes da Teoria X colocam mais ênfase na motivação e no monitoramento dos funcionários. A premissa básica de supervisão desse método estabelece que os funcionários reduzirão seus esforços sempre que puderem e que tentarão escapar de todo o tipo de controle. Portanto, é responsabilidade do gerente manter os funcionários produtivos e alinhados com as políticas da empresa.

Gestão por objetivos

O guru da administração, Peter Drucker, criou a abordagem de supervisão da gestão por objetivos (GPO). A teoria subjacente à GPO é a de que os funcionários ficam muito mais motivados a alcançar os objetivos da empresa, quando têm participação na elaboração dos objetivos. Os líderes que utilizam a estrutura GPO envolvem ao máximo os funcionários nas decisões que afetam seu trabalho, ao invés de simplesmente ditar novas tarefas, políticas e procedimentos operacionais de forma hierárquica.

As avaliações de funcionários são um aspecto da gestão de recursos humanos que, particularmente, podem se beneficiar da GPO. Quando um funcionário participa da criação e avaliação de suas próprias metas de desempenho, a probabilidade de atingir esses objetivos será maior.

Hierarquia das necessidades segundo Maslow

A hierarquia de necessidades segundo Maslow é uma teoria do comportamento organizacional altamente relevante para os supervisores. Maslow criou uma teoria de que todos têm cinco níveis distintos de necessidades pessoais e, que uma camada não pode ser realizada, até que a anterior seja satisfeita. A primeira camada da hierarquia de Maslow é composta pelas necessidades físicas, como água e comida. No nível superior estão as necessidades de segurança, como seguros e segurança no trabalho. Em seguida, estão as necessidades sociais, como a família e os amigos e, depois, as necessidades de autoestima, como dignidade e reputação. O último nível, que só pode ser realizado depois que todos os outros estiverem garantidos, é a autorrealização que engloba coisas como realização pessoal e identidade.

Os supervisores que conhecem a teoria de Maslow entendem que, aparentemente, os funcionários não podem se concentrar nos clientes até que cada nível de suas necessidades seja satisfeito. Direcionar as camadas de necessidades de sua equipe pode libertá-los de suas próprias preocupações, fazendo com que voltem sua atenção às necessidades dos clientes.

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