Por que os vestidos de tutu são usados na dança

Escrito por michael brent | Traduzido por camille sampaio
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Por que os vestidos de tutu são usados na dança
O tutu se tornou um sinônimo de ballet (Jupiterimages/Pixland/Getty Images)

A saia curta, estruturada e leve conhecida como tutu é sinônimo do ballet e foi associada a essa forma única de dança por mais de um século. De recitais de ballet de crianças até companhias de dança internacionalmente reconhecidas, as bailarinas usam tutus como uma maneira esteticamente agradável de ressaltar sua graça, beleza e feminilidade.

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Antes do tutu

No início do ballet, a dança era um passatempo social em que os dançarinos usavam suas próprias roupas. Após o francês Luis XIV estabelecer a Academie Nationale de Musique et de Danse, em 1661, as técnicas de ballet cresceram em complexidade, exigindo roupas especializadas. Para não revelar muito durante os movimentos que fazem a saia rodar, camadas de precaução eram usadas. No final do século XVII, a popularidade continuada do ballet como forma de dança levou a mudanças nas roupas usadas. Saias mais curtas e a invenção de trajes justos de malha permitiram que os dançarinos tivessem mais liberdade de movimentos.

Introduzindo o tutu

É atribuido à bailarina francesa Marie Taglioni o design do tutu, usado pela primeira vez no palco na Opera nacional de Paris em uma performance de 1832 de "La Sylphide". Taglioni desenhou o tutu como maneira de mostrar o trabalho elaborado dos pés na dança, que eram escondidos por uma saia longa. De acordo com a lenda apócrifa, o tutu recebeu seu nome de plebeus que olhavam o ballet sentados do nível mais baixo do teatro e costumavam usar a palavra "tutu" como uma derivação de uma gíria para o bumbum da mulher.

A função do tutu

Com o tempo, o tutu foi encurtado como maneira de revelar as pernas e os pés da dançarina para o público. Nos anos 1880, a bailarina italiana Virginia Zucci foi a primeira a usar um tutu mais curto e macio que acabava perto dos joelhos. Depois, como agora, o propósito do tutu se tornou estético, para apresentar a ilusão de que a dançarina estava flutuando em uma nuvem, permitindo que a platéia veja completamente os movimentos de pernas e pés da dançarina.

Tipos de tutus

Há vários tipos de tutu. O tutu romântico é similar ao introduzido por Taglioni, uma saia de comprimento de três quartos feita de tule e em formato de sino, com linha de costura em algum lugar entre o joelho e o tornozelo. Há dois tipos de tutu clássico, conhecidos como o tutu de sino e o tutu panqueca. O tutu de sino tem forma de sino e se estende para fora dos quadris, menor e mais duro que o tutu romântico. O tutu panqueca é parecido, mas com um formato plano de panqueca se opondo ao formato de sino, e normalmente usa um aro de arame para manter as camadas duras. O tutu powder-puff foi desenhado pela coreógrafa americana George Balanchine, um tutu macio e curto que tem poucas camadas e nenhum aro.

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