Brincadeiras de conscientização de deficiências para crianças

Escrito por carrie burns | Traduzido por vinícius albuquerque
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Brincadeiras de conscientização de deficiências para crianças
Lembre as crianças de que nem sempre notamos a deficiência de uma pessoa (wheelchairs image by Gina Smith from Fotolia.com)

A menos que tenham sido criados com um deficiente como membro da família em casa, muitas crianças têm dificuldade em compreender o que significa ser deficiente. Exercícios de conscientização aumentam a compreensão das deficiências nas crianças e alimentam sua sensibilidade em relação aos outros, principalmente aqueles que viram facilmente alvo dos colegas.

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Deficiências visuais

Frequentemente venda-se os olhos de crianças com visão para que experimentem como é viver sendo cego em um mundo de pessoas que enxergam. Ponha vendas nos olhos das crianças por um momento e peça a elas para tentarem fazer alguma atividade cotidiana sem enxergar. Peça às crianças para colocarem os óculos de outra por alguns minutos, enquanto tentam completar um quebra-cabeças ou ler uma história em voz alta. Ponha um tapa-olho em um dos olhos das crianças e faça com que os alunos vivenciem a perda de percepção de profundidade com a qual as pessoas de apenas um olho precisam aprender a conviver.

Deficiências auditivas

Não há uma maneira precisa de simular a perda de audição, pois não consiste apenas na diminuição do volume, mas também é caracterizada por distorção. Dê reprodutores de áudio portáteis a todos, executando apenas ruído de estática durante uma lição curta. Discuta sobre a dificuldade de compreender a lição com o ruído e a distorção causada pelo aparelho. Brinque de leitura labial com os alunos separando-os em pares e pedindo para que um deles leia algumas frases (apenas articulando a boca sem produzir som). O parceiro dele deve escrever o que pensa ter sido dito. Reveze-os entre leitura labial e pronúncia silenciosa. Ao final do exercício, os pares devem comparar as respostas.

Deficiências físicas

Simular deficiências físicas para conscientizar é a maneira mais simples de demonstrar de modo que as crianças compreendam. Embora possa ser difícil imaginar a perda de audição e seu impacto no dia a dia, imaginar como seria viver sem um braço é algo que a maioria das crianças pode entender. Para simular uma deficiência física como paralisia cerebral ou outras em que a perda de equilíbrio é a consequência primária, ponha uma linha de fita adesiva no chão, como se fosse uma trave olímpica. Peça para cada criança fechar os olhos e rode-as em círculos algumas vezes, e depois peça-as para abrirem os olhos e tentar caminhar sobre a linha e ver até onde conseguem ir sem pisar fora.

Deficiências intelectuais

Simulando cenários onde uma pessoa com deficiência intelectual possa ter dificuldade de comunicação você possibilitará às crianças em sua classe a chance de vivenciar a frustração que acompanha a deficiência. Escreva uma frase simples em um pedaço de papel. Peça a uma criança para lê-la e depois transmiti-la ao resto do grupo sem escrever, falar ou soletrar. O jogo será divertido e similar a charadas, mas também mostrará à classe como é difícil se comunicar quando suas habilidades linguísticas são retiradas.

Diferenciando deficiências

Para estimular crianças a diferenciar deficiências mentais das físicas, sem supor que são todas a mesma coisa, leve alguns pares de meias grossas, camisas de abotoar e algumas réguas. Amarre uma régua entre os tornozelos de cada aluno e faça-os andar por todo o pátio. Ponha as meias nas mãos deles e peça-lhes para tentar amarrar o sapato ou abotoar uma camiseta. Eles verão como pode ser difícil viver com uma deficiência física, mas também verão que, apesar de suas mentes estarem em pleno funcionamento, tiveram dificuldade em atividades físicas diárias. Esse é o caso da maioria dos deficientes físicos que não têm deficiência intelectual.

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