Desastres naturais associados às atividades tectônicas

Escrito por doug leenhouts | Traduzido por alisson dantas
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Desastres naturais associados às atividades tectônicas
O Monte Vesúvio ergueu-se sobre as cidades de Pompeia e Herculano em 79 d.C. (Photodisc/Photodisc/Getty Images)

O formato do mundo vem mudando por toda a história devido ao deslocamento das placas tectônicas. À medida que elas se movem ao longo da superfície do planeta, chocam-se umas com as outras, causando impactos enormes ao longo das falhas. Às vezes, as placas deslizam umas sobre as outras, enquanto outras vezes elas se dobram para formar cadeias montanhosas.

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Terremotos

Muitos moradores da costa do Pacífico, uma área enorme que se situa no oeste dos Estados Unidos da América e no leste da Ásia e Oceania, têm experiência em primeira mão do poder devastador dos terremotos. Estes ocorrem quando a pressão acumula-se ao longo de uma linha de falha até que uma extremidade cede. Esses eventos são medidos na escala de magnitude Richter, que mede a quantidade de energia que é liberada em um terremoto. A energia de um terremoto é liberada no subsolo, mas as ondas de choque são sentidas na superfície, principalmente em edifícios que não foram construídos para resistir ao movimento na crosta terrestre. O maior terremoto já medido foi em 1960, na costa do Chile, e mediu 9,5 na escala Richter.

Tsunamis

Os tsunamis são causados pelo deslocamento significativo no fundo do oceano ou por grandes deslizamentos de terra no mar. Seus efeitos podem ser muito mais duradouros do que o deslizamento de um conjunto de ondas, pois elas podem acabar com civilizações inteiras e reduzir as condições de vida para piorar o cenário. Na história recente, os tsunamis afetaram a Indonésia e o nordeste do Japão, e a National Oceanic and Atmospheric Administration estima que os tsunamis tenham tirado a vida de mais de 420 mil pessoas em 1850. Os piores tsunamis ocorrem quando um grande terremoto, superior a 7,0 na escala Richter, atinge águas rasas perto da costa. A previsão de tsunamis é uma tarefa difícil, pois cada terremoto é único e a variedade das costas é muito grande.

Vulcões

Os vulcões elevam-se às comunidades como um lembrete constante da força destruidora da natureza. Eles parecem se reunir em torno de linhas de falhas tectônicas, já que 60% dos vulcões ativos do mundo estão situados nos limites tectônicos. Como os terremotos, os vulcões perto da costa podem produzir grandes deslizamentos de terra, que podem, por sua vez, causar tsunamis. Outros perigos dos vulcões incluem fluxos de lava, fluxos piroclásticos e o levantamento de nuvens de cinzas que podem alterar significativamente o clima do planeta. As cidades de Pompéia e Herculano foram cobertas por 7 metros de cinzas na erupção de 79 depois de Cristo no Monte Vesúvio, e em 1883 a erupção do monte Cracatoa diminuiu a temperatura global em 1,2 graus Celsius no ano seguinte.

Prevenção dos desastres

O deslocamento tectônico não pode ser interrompido nem prevenido. Estudar esses eventos é muito difícil e eles são quase impossíveis de serem previstos com alguma quantidade razoável de tempo para avisar as populações das comunidades vizinhas. Um sistema de alerta de tsunami foi posto em prática em 1946, mas ele deu mais sinais falsos do que previsões precisas. É preciso ter uma preparação de emergência caso esse desastre atinja sua região.

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