Dieta de proteínas para a síndrome de Cushing

Escrito por travis taylor | Traduzido por weber figueiredo
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Dieta de proteínas para a síndrome de Cushing
O cortisol é um hormônio produzido pelo corpo e está relacionado ao estresse (Visage/Stockbyte/Getty Images)

A síndrome de Cushing afeta adultos entre os 20 e 50 anos de idade e atinge cerca de 15 milhões de pessoas a cada ano. Às vezes chamada de hipercortisolismo ou hiperadrenocorticismo, ela é causada quando os tecidos do corpo são expostos durante um longo período ao cortisol, um hormônio que se encontra no sangue, ou nos glucocorticoides, que são utilizados para tratar doenças inflamatórias. Algumas pessoas sofrem dessa doença devido ao uso de esteroides para asma, artrite ou lúpus. A síndrome requer uma dieta especial (veja as referências 1 e 2).

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O que é o cortisol

Cortisol é um hormônio encontrado no sangue. Os hormônios são substâncias químicas especiais que viajam pelo sangue a diferentes partes do corpo, para fazer o seu trabalho. Quando as glândulas supra-renais realizam superprodução, o cortisol começa a se quebrar e a estabelecer a síndrome de Cushing (veja a referência 3).

Dieta

A maior informação que se deve ter é que, após adquirir Cushing, a pessoa deve seguir uma dieta rica em proteínas. Esta síndrome quebra as proteínas, elimina o cálcio e deposita camadas de gordura por todo o corpo (veja a referência 3).

Então é necessário fazer uma dieta exclusivamente proteica? Não é assim, afirma Barbara Craven, Ph.D.., RD, LD e especialista em exames de Cushing. A Dr. Craven diz que deve-se primeiro normalizar o apetite. Tente eliminar os carboidratos refinados: farinha branca e açúcar branco. Além disso, livre-se das gorduras de origem animal. No entanto, ela também diz que não se deve privar totalmente da energia provinda dos carboidratos. Você precisa de carboidratos, pois eles são o combustível do corpo. O corpo os queima e, depois, a gordura. Sem carboidratos, o corpo começará a queimar os músculos para se nutrir. Caso esteja limitando à ingestão de carboidratos e acabar ficando com pouca energia, coma um pequeno pedaço de chocolate.

É preciso mais proteína em sua dieta, assim como cálcio, pois pode ocorrer perda de massa óssea, devido aos altos níveis de cortisol. Suplementos, como cálcio ou vitamina D, podem ajudar a atingir a quantidade diária desejada. Além disso, limite a quantidade de sal na dieta. O excesso dele pode causar hipertensão arterial, o que já é uma das complicações dessa síndrome (veja a referência 1).

Outras ajudas

A dieta por si só não é capaz de solucionar tudo. Devido à potencial perda óssea, uma das melhores coisas é a prática regular de exercícios. Mais especificamente, os de levantamento de peso, como musculação, flexões ou abdominais. Já que o ganho de peso no tronco e na face são efeitos colaterais comuns de Cushing, os exercícios que aumentam a frequência cardíaca são muito convenientes (veja a referência 3). Faça atividades como cooper, corrida, natação e andar de bicicleta.

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