Diferenças de custos entre transportes públicos e privados

Escrito por kevin carr | Traduzido por aline nicola
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Diferenças de custos entre transportes públicos e privados
Ônibus são uma das muitas formas de transporte público (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

As pessoas costumam considerar o transporte público como uma alternativa mais econômica em épocas de alta no preço da gasolina. A maior parte das cidades grandes tem algum forma de transporte público, como ônibus, trens, metrôs e bondes. Grandes estados e áreas metropolitanas também têm opções de transporte, normalmente na forma de trens ou metrôs. De acordo com a Associação Americana de Transporte Público, uma pessoa pode economizar por volta de R$ 18.000 a R$ 28.000 por ano nas maiores cidades americanas se utilizarem o transporte coletivo ao invés de ter um carro.

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Custos do veículo próprio

A maneira mais óbvia de cortar custos com locomoção é a economia com combustível. Quanto mais caro o combustível fica, mais se economiza. Dependendo da distância até o trabalho, o preço do combustível e da quilometragem do veículo, a economia pode chegar a centenas ou milhares de reais por ano. Além do combustível, há vários outros custos adicionais, como seguro, manutenção preventiva, multas, pedágios e até mesmo o custo do próprio carro.

Produção de carbono

Além do custo monetário, o impacto ambiental deve ser levado em consideração. Embora um carro utilize menos combustível que um ônibus, por exemplo, ele só transporta quatro ou cinco pessoas. Um ônibus pode levar dezenas de uma só vez, reduzindo a emissão geral dos veículos envolvidos. De acordo com a Associação Americana de Transporte Público, uma pessoa pode reduzir sua emissão em mais de duas toneladas de dióxido de carbono a cada ano.

Custo de oportunidade

Conveniência, conforto, privacidade e simplicidade são custos de oportunidade associados ao transporte. Ônibus e trens podem ser mais baratos e menos prejudiciais ao meio ambiente, mas aqueles que optam pelo transporte público abrem mão do conforto do carro, incluindo o controle de temperatura no painel. Além disso, as pessoas valorizam a privacidade, que é inexistente em um ônibus cheio. Utilizar o carro ao invés do transporte público oferece mais flexibilidade e controle ao motorista.

Horários e proximidade

Usuários do transporte coletivo dependem de horário e das paradas dos ônibus e dos trens. Assim sendo, eles não têm a possibilidade de ir para onde e quando quiserem, como fazer uma parada no meio do caminho ou sair mais cedo. E se a estação de trem ou o ponto de ônibus não forem perto do trabalho, os usuários têm que utilizar transporte adicional ou andar longas distâncias. Como a locomoção é mais barata em baixa velocidade, os meios de transporte públicos deslocam-se mais devagar que um carro com trânsito bom. Muitos preferem dirigir a usar outras formas de locomoção pois assim chegam mais rápido ao destino. O preço fixo da passagem prejudica aqueles que percorrem distâncias curtas e às vezes longas viagens em regiões de trânsito intenso são um ponto a favor do transporte público, ao invés de viagens curtas a regiões de fácil acesso.

Subsídios

Há custos ocultos no transporte público que nem sempre são levados em consideração. Eles incluem subsídios para os sistemas e outros meios de investimento governamental. Uma vez que o transporte público é por definição um serviço público, os sistemas podem ser financiados pelo municípios, estados ou até pelo Governo Federal. Os recursos para isso vêm dos impostos públicos.

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