Os efeitos dos 4 estilos parentais de Baumrind sobre as crianças

Escrito por kelsi johnston | Traduzido por marina pastore
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Os efeitos dos 4 estilos parentais de Baumrind sobre as crianças
O estilo parental afeta o desenvolvimento da criança tanto física quanto emocionalmente (Jupiterimages/BananaStock/Getty Images)

A psicóloga do desenvolvimento Diana Baumrind tornou-se reconhecida nos anos 1960 com sua pesquisa sobre cuidados infantis. Este estudo permitiu que ela determinasse três estilos parentais distintos e como estes estilos afetam as crianças. Os estilos parentais de Baumrind foram atualizados desde então por uma dupla de psicólogos do desenvolvimento, E.E. Maccoby e J.A. Martin, resultando na adição de um quarto estilo parental.

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Assertivo

O estilo parental assertivo é um dos estilos de Baumrind que dá origem aos efeitos mais positivos para a criança. Um pai assertivo proporciona incentivo e um raciocínio minucioso por trás de quaisquer regras que sejam estabelecidas e de outros métodos de disciplina preferidos que sejam implementados. Isto ajuda a criança a entender que é amada, mas que deve ser punida se violar estas regras. Um pai assertivo não coloca restrições irrealistas sobre a criança, mas simplesmente a orienta, estabelecendo padrões positivos que devem ser cumpridos sob uma supervisão firme, mas aberta e amorosa. Quando Baumrind estudou crianças criadas com um pai assertivo, ela descobriu que elas eram felizes e autoconfiantes, com um conjunto de habilidades sociais desenvolvidas positivamente. Estas crianças geralmente tinham temperamento tranquilo e eram capazes de controlar suas emoções.

Autoritário

O pai autoritário não permite tanta liberdade para que a criança se desenvolva quanto o pai assertivo. Pais autoritários em geral são rígidos e tentam controlar e julgar seus filhos contra um código de conduta excessivamente rigoroso. A independência não é enfatizada. O pai autoritário geralmente impõe um conjunto de regras e restrições altamente estruturado sobre a criança. Quando Baumrind estudou as crianças criadas com um pai autoritário, descobriu que elas, em geral, tinham temperamento infeliz. As crianças pareciam distantes, hostis, ansiosas e com pouco controle sobre suas próprias emoções negativas. O estudo de Baumrind afirma que crianças que crescem sob este estilo parental não costumam se envolver em atividades antissociais, como drogas e álcool, devido ao seu medo de punição.

Permissivo

O estilo parental permissivo é um em que a criança quase se parece mais com um pai. Um pai permissivo não transmite o senso de disciplina a uma criança, e sim coloca ênfase sobre permitir que ela faça o que quiser, independentemente das consequências. Um pai permissivo geralmente evita usar o poder que tem como pai, e permite que a criança basicamente faça as regras, sem tentar colocá-la num certo caminho com firmeza. Quando Baumrind estudou as crianças criadas sob este estilo parental, descobriu que elas eram teimosas, provocadoras, rebeldes e incapazes de regular a maior parte das emoções que enfrentavam. O estudo de Baumrind afirma que crianças que crescem sob este estilo parental têm alta probabilidade de participar de comportamentos antissociais, como usar drogas e álcool.

Negligente

O pai negligente ou não envolvido simplesmente atende às necessidades físicas da criança e é completamente alheio a qualquer orientação emocional ou disciplinar. Este estilo parental geralmente é o que tem mais efeitos negativos sobre as crianças, porque elas não recebem a atenção de que precisam para se desenvolverem como adultos completos. Crianças criadas por um pai negligente muitas vezes têm baixa autoestima e são extremamente introvertidas. Elas parecem ter uma visão negativa sobre a vida em geral.

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