O que um nove na Escala de coma de Glasgow significa?

Escrito por t.l. chancellor | Traduzido por victor peña
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O que um nove na Escala de coma de Glasgow significa?
Dois professores da Universidade de Glasgow elaboraram a escala para avaliar o estado de um paciente (glasgow university open door image by Kylie Bone from Fotolia.com)

Dois professores da Universidade de Glasgow desenvolveram a Escala de coma de Glasgow em 1974. Ela foi a primeira a dar aos médicos um sistema de rápida avaliação do cérebro e para traumas na cabeça. Desde que foi publicada, ela se tornou padrão para a avaliação de danos à cabeça na maioria dos países. Uma pontuação de nove na escala pode ser um alívio aos entes queridos de alguém que sofreu um trauma na cabeça.

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Importância

Uma pontuação Glasgow de nove indica que as pontuações das melhores respostas de visão, verbais e motoras do paciente somam nove. A importância do número em uma avaliação dos danos cerebrais é que ele é considerado a linha limite entre danos moderados e severos. Em muitos casos, um paciente com uma pontuação de nove não está em coma, enquanto um paciente com a pontuação de oito está.

Método

Para determinar a pontuação Glasgow, um médico primeiro determina a resposta do paciente a estímulos de visão -- uma abertura espontânea do olho ganha um quatro, enquanto a ausência de resposta ganha um. Então, ele testa a resposta do paciente para estímulos motores, com a obediência a ordens verbais ganhando seis e a ausência de resposta um. Finalmente, ele testa a resposta do paciente a comandos verbais, variando de cinco, quando ele está orientado e conversando, e um para nenhuma resposta.

Em crianças

A Escala de Glasgow pode ser modificada para avaliar traumas na cabeça em crianças. A parte pediátrica da escala leva em conta a inabilidade da criança em comunicar-se verbalmente ou obedecer ordens simples. Mesmo assim, uma pontuação de nove ainda indica a linha limite entre um paciente em coma e um que não está em coma.

Uso

Tanto técnicos em emergências médicas quanto médicos em salas de emergências e enfermeiras usam a escala para avaliar a condição do paciente. Médicos continuam a usar a escala quando o paciente é admitido, porém normalmente apenas na fase aguda do paciente.

Prognósticos a longo prazo

O site "Braininjury.net" nota que a recuperação para cada dano cerebral é diferente, por isso não é recomendável basear-se apenas na escala Glasgow para um prognóstico. Assim, a pontuação avaliada 24 h após o trauma pode dar uma indicação da extensão do processo de recuperação do paciente. Geralmente, quanto mais baixa a pontuação Glasgow após 24 h, menores as chances do paciente recuperar-se totalmente.

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