Estilos para uma autobiografia

Escrito por robyn lynne schechter | Traduzido por pina bastos
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Estilos para uma autobiografia
Anotações em diários podem ajudá-lo a selecionar o conteúdo para a autobiografia (Comstock/Comstock/Getty Images)

Escrever a história da sua vida pode ser uma tarefa assustadora, deixando-o sem saber por onde começar. Antes de colocar a caneta no papel, passe algum tempo pensando sobre a sua vida -- os altos e baixos -- e determine que eventos, experiências ou mensagens você gostaria de compartilhar. Uma autobiografia tradicional pode não ser o melhor formato a ser usado, de acordo com as suas metas como escritor.

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Autobiografia plena

O tipo mais comum de autobiografia é a plena. Uma autobiografia plena detalha a vida da pessoa, frequentemente em ordem cronológica, do nascimento até o momento da publicação. Esse tipo de autobiografia fornece informações sobre os membros da família da pessoa, a vida familiar, a criação, a educação, as realizações profissionais e os relacionamentos pessoais ou românticos. Ela é popular entre as pessoas famosas, que sabem que o público quer saber a respeito da sua vida toda, ou entre pessoas que desejam escrever a história da sua vida tão detalhadamente que um estranho possa ler o livro e ter uma boa ideia sobre a sua vida.

Memórias

As memórias são uma autobiografia condensada que foca em um evento específico ou em um período da vida do autor. As memórias também podem detalhar certo aspecto de uma experiência da vida da pessoa. Por exemplo, "O castelo de vidro", tradução do original "The Glass Castle", livro de memórias de Jeannette Walls, que foca a sua infância problemática durante a qual os pais preferiram permanecer sem teto mesmo após ela poder prover as suas necessidades básicas. As memórias também podem ser baseadas na experiência de vida de uma pessoa em um lugar diferente: os livros de Frances Mayes, "Sob o sol da Toscana", traduzido do original "Under the Tuscan Sun", e de Isak Dinesen, "Entre dois amores", traduzido do original "Out of África", são dois exemplos populares de memórias geográficas.

Confissão

Muitos autores usam uma autobiografia para confessar um comportamento perigoso, insípido ou pecaminoso. Autobiografias confessionais podem servir como contos de advertência ou inspiradores. Peter Hamil, um respeitado jornalista, escreveu "A Drinking Life" (Uma vida bebendo, em tradução livre), livro no qual confessou ser um alcoólatra de longo curso e fez o relato do seu caminho para a sobriedade. Escrever uma autobiografia confessional requer coragem porque revelar uma adição, um comportamento ilegal ou traços de caráter aquém do desejado podem deixar o autor sujeito ao desprezo ou ao julgamento dos outros. Por outro lado, também pode ser libertador: como diz o velho ditado, "a verdade o libertará".

Queixa

Autobiografias queixosas são usadas para protestar por um lugar para a pessoa na história ou para mudar a percepção do público sobre uma persona pública. Em 1978, Christina Crawford escreveu "Mamãezinha querida", tradução o original "Mommie Dearest", uma autobiografia que expôs um alegado abuso físico e comportamento promíscuo de sua famosa mãe (a atriz Joan Crawford). Seguindo-se a sua liberação de duplo homicídio, O.J.Simpson escreveu "If I Did It" (Se eu tivesse feito isso, em tradução livre), um livro controverso, que, em parte, protesta contra a percepção do público de que ele fosse culpado de duplo homicídio. Autobiografias queixosas podem ser uma experiência de escrita catártica, mas como o autor está protestando contra um evento ou revelando a verdadeira natureza de uma pessoa, os leitores podem se perguntar qual é o motivo do autor para escrever a autobiografia.

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