A história das velas e castiçais de bronze

Escrito por alicia rudnicki | Traduzido por márcia burke
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A história das velas e castiçais de bronze
As velas e os castiçais ainda são muito usados até hoje (Michael Blann/Photodisc/Getty Images)

Em comparação com a descoberta do fogo, que ocorreu cerca de 1,5 milhão de anos atrás, as velas e castiçais de bronze são ferramentas relativamente novas na história da iluminação. As primeiras velas eram feitas de caniços e varetas mergulhadas em sebo, uma gordura animal. As de cera de abelha já estavam em uso em 3.000 aC. Em algum momento entre 20 aC e 20 dC, metalúrgicos do Mediterrâneo começaram a produzir o latão. Os dois materiais não foram usados em conjunto até o século XVIII.

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Iluminação antiga

Uma pesquisa arqueológica em Lasceau, França, mostra que as pessoas pré-históricas, em torno de 12.000 aC, utilizavam luminárias escavadas em pedras e preenchidas com gordura animal. No Egito e Grécia antiga, as lamparinas com azeite de oliva foram usadas ​​não só para a iluminação, mas também para rituais religiosos.

A "National Altar Guild of the Episcopal Church " (Aliança Nacional do Altar da Igreja Episcopal) afirma que a data da primeira vela é desconhecida, mas que várias culturas desenvolveram o produto de forma independente, incluindo os egípcios e cretenses, que estavam entre os primeiros a usar cera de abelha. Na Idade Média, as igrejas europeias incorporaram velas de cera com um aroma agradável em rituais religiosos. No entanto, a cera era cara e por isso a maioria das pessoas usava velas de sebo de odor fétido.

Primeiros castiçais americanos

No início da América colonial, era raro ter velas e castiçais. A única iluminação caseira à noite geralmente vinha da lareira, de acordo com "New Jersey's Bergen County Historical Society" (Sociedade Histórica de Nova Jersey do condado de Bergen).

As pessoas mais pobres, que não tinham gordura animal suficiente para fazer o sebo, faziam cera de vela de arbusto-de-sebo. Os poucos castiçais que as pessoas tinham eram feitos de latão, estanho e ferro. Como a cera de abelha, o bronze era para os ricos. Uma liga de cobre e zinco, ele foi pouquíssimo produzido nos Estados Unidos até meados do século XIX.

As mudanças dos séculos XVIII e XIX

Os chineses já usavam óleo de baleia para fazer velas em 221 aC, mas seu uso não foi difundido até o final do século XVIII. O espermacete, a cera obtida por cristalização do óleo, tornou-se popular porque as velas duravam mais tempo e não tinham cheiro ruim. A descoberta da extração de ácido esteárico da gordura de animais, no início do século XIX melhorou a durabilidade das velas.

O maquinário para moldar velas introduzido na década de 1830 facilitou a aquisição delas, ao mesmo tempo em que a produção americana de castiçais de bronze aumentou. A cera de parafina, um subproduto do petróleo desenvolvido pela primeira vez na década de 1850, tornou as velas ainda mais agradáveis e econômicas.

A iluminação a gás foi outra grande mudança durante o século XIX. Inicialmente concebida para iluminação pública, ela espalhou-se por muitas casas até o final do século, quando outra tecnologia estava em ascensão.

Luz elétrica

A popularidade de velas e iluminação a gás diminuiu no final do século XIX, quando os canadenses Henry Woodward e Matthew Evans patentearam a lâmpada em 1875. Quatro anos mais tarde, Thomas Edison melhorou a invenção e a iluminação a gás entrou em um declínio permanente.

Mas o brilho das velas e castiçais de bronze nunca se tornou obsoleta. A "National Candle Association" (Associação Nacional de Vela) destaca que uma "onda sem precedentes de popularidade" ocorreu na década de 1990 e inspirou a invenção de fontes renováveis ​​dos materiais da vela, incluindo a cera de soja.

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