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A importância dos gases nobres

Atualizado em 20 julho, 2017

Os gases nobres pertencem ao grupo 18 da tabela periódica, que é constituído por seis elementos: hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). O nome "gases nobres" vem do fato de que esses gases são altamente não reagentes com qualquer um dos outros elementos da tabela periódica.

As lâmpadas são preenchidas com vários gases nobres (hand holding a cfl and incadescent lightbulb image by Silverpics from Fotolia.com)

Descoberta

A descoberta dos gases nobres aconteceu ao longo do tempo. Em 1895, Lord Rayleigh e William Ramsey descobriram um gás não reativo e monoatômico, o argônio. Dentro de três anos, Ramsey e seu colega cientista Morris Travers também descobriram o hélio, neônio, criptônio e xenônio. Ramsey e Travers verificaram que todos eram gases não reativos e monoatômicos.

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Propriedades químicas

Todos os seis gases nobres são incolores, inodoros e insípidos. A propriedade química mais notável é que eles não reagem com nenhum dos outros elementos. Isso se deve a estrutura dos seus eléctrons: quando um átomo tem uma camada mais externa cheia de elétrons, com todos os oito espaços cheios, ele é muito estável e não é provável que ganhe ou perca elétrons facilmente. A perda ou ganho de elétrons é necessária para participar de reações químicas e formar novos compostos.

Usos

Os gases nobres são utilizados principalmente para fins industriais. O neônio é muito utilizado em sinais luminosos. O argônio é utilizado em lâmpadas incandescentes porque não reage com o metal quente. O hélio é usado em veículos aéreos, tais como balões e dirigíveis. Além disso, uma mistura de oxigênio e hélio é utilizada em tanques de mergulho para evitar a formação de bolhas de gás no sangue dos mergulhadores que voltam à superfície de águas profundas.

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Referências

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