Mulheres da Bíblia que oraram para terem filhos

Escrito por barbara kellam-scott | Traduzido por elaine santana
  • Compartilhar
  • Tweetar
  • Compartilhar
  • Pin
  • E-mail
Mulheres da Bíblia que oraram para terem filhos
Apesar de entendermos de onde vêm os bebês melhor do que as mulheres da Bíblia, nós ainda os vemos como presentes eternos (BananaStock/BananaStock/Getty Images)

Nos tempos bíblicos, as crianças eram uma parte vital do status social e econômico de uma família. Quando as famílias não tinham crianças, assumia-se que os homens não teriam gerações. Além do amor materno, era muito importante para as mulheres não deixar que os maridos parecessem inferteis diante da sociedade; dessa forma, o único tratamento de fertilidade apropriado aceito pela Bíblia era a oração. O nascimento de filhas são raramente relatados na Bíblia e a maternidade só era considerada bem-sucedida quando a criança era um menino.

Outras pessoas estão lendo

Rebeca (Gênesis 27 - 27)

A promessa de incontáveis ​​descendentes a Abraão teve um início lento, de acordo com relatos da Bíblia. Sara, a esposa, teve apenas um filho, Isaac (embora não exista nenhum registro de orações por uma criança). Isaac casou-se com Rebeca, mas foram necessários 20 anos de oração de ambos para que ela conseguisse a primeira e única gravidez, dos gêmeos Esaú e Jacó.

Raquel (Gênesis 29 - 31, etc.)

A história de Raquel define um padrão de narrativas na Bíblia sobre mulheres especialmente apreciadas pelos respectivos maridos, apesar dos problemas de fertilidade. Ela foi a primeira escolha de Jacó, mas ele precisou casar-se com a irmã dela, Léia, que não tinha problemas para engravidar. Raquel assumiu a liderança da avó do marido, Sara, e teve filhos através da serva Bila. Ela também negociou com a irmã a utilização de um tratamento de fertilidade com ervas e raízes de mandrágora. Ela, finalmente, teve dois filhos, José e Benjamin, últimos filhos registrados de Jacó. Raquel morreu logo após dar a luz ao segundo filho.

Tamar (Gênesis 38)

O problema de fertilidade de Tamar é um dos poucos casos bíblicos onde a responsabilidade não é diretamente da mulher, e ela é uma das poucas mães bíblicas que toma ações diretas, além de orar, para ter um filho. O problema de Tamar é que o marido, neto de Jacó e filho de Judá, morreu antes de ter filhos. De acordo com a lei e costumes da época, a responsabilidade de engravidar Tamar era dos outros filhos de Judá, apesar de a criança ser considerada filho do irmão morto. O segundo irmão também morreu, e Judá teve medo de enviar o filho mais novo para Tamar. Então, Tamar engana Judá, engravida dele e, disfarçando-se de prostituta, torna-se a avó do rei Davi.

Ana (1 Samuel 1:1-2:21)

Ana é provavelmente a mulher mais conhecida por orações de fertilidade que, segundo a história, foi tão fervorosa que um sacerdote olhando para ela achou que estivesse bêbada. Assim como Raquel, Ana foi valorizada pelo marido, apesar da esterilidade e de ser desprezada pela outra esposa dele. Elcana, marido de Ana, perguntou a ela por que o amor dele não era o suficiente. Isso talvez a tenha libertado para prometer devolver o filho para Deus, se ela conseguisse se tornar mãe. O filho, Samuel, tornou-se o grande profeta que ungiu e aconselhou os dois primeiros reis de Israel e Judá.

Isabel (Lucas 1:5 - 80)

O Novo Testamento é muito mais preocupado com a política de ocupação do que com a fertilidade, mas esta passagem possui elementos da história de Abraão e Sara, com o nascimento de uma criança de pais idosos que já haviam desistido de terem filhos. Isabel era prima de Maria, a mãe de Jesus, e o filho foi o grande profeta conhecido como João Batista. O marido, sacerdote Zacarias, teve que ficar mudo quando soube que Isabel teria um filho e não pode falar até que a criança nascesse.

Não perca

Filtro:
  • Geral
  • Artigos
  • Slides
  • Vídeos
Mostrar:
  • Mais relevantes
  • Mais lidos
  • Mais recentes

Nenhum artigo disponível

Nenhum slide disponível

Nenhum vídeo disponível