A responsabilidade da polícia em proteger os cidadãos

Escrito por daniel r. mueller | Traduzido por alexandre guerra
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A responsabilidade da polícia em proteger os cidadãos
Policiais geralmente contribuem nas comunidades em atividades voluntárias (Police image by Zeno from Fotolia.com)

Às vezes, o sentido da clássica frase: "Servir e proteger" pode parecer confuso para quem está do lado de fora da profissão que aplica a lei. O dever básico da polícia de proteger os cidadãos quando não são capazes não quer dizer que os cidadãos estão isentos de responsabilidade da própria segurança. Ocasionalmente, pessoas litigiosas levam o conceito de "servir e proteger" ao extremo, tentando processar a polícia ao alegar que falhou em protegê-las. Esses tipos de processos quase sempre são causas perdidas, pois não é do interesse dos tribunais enfraquecer os setores policiais.

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Explicação do "servir e proteger"

"Servir e proteger" não significa apenas servir e proteger indivíduos específicos, mas também servir e proteger os direitos dos grupos e de cada cidadão igualmente. Isso pode parecer um tanto quanto óbvio quando se pensa pelo senso comum. No entanto, a polícia tem responsabilidade em proteger tanto os cidadãos que respeitam a lei quanto os indivíduos suspeitos, sempre que possível. O real âmbito de interpretação para cada organização policial referente ao mandato geral de proteção pública varia por região. Os policiais têm uma certa liberdade em julgar as ocorrências que recebem enquanto trabalham para atender as que consideram de maior urgência. É importante não colocar policiais em um pedestal, já que eles são seres humanos assim como o resto da população e também podem cometer erros. A maioria das organizações policiais monitoram as atividades individuais de cada oficial e o julgamento deles ao atender ocorrências através de departamentos internos de revisão, os quais emitem recomendações ou os disciplinam, caso necessário.

Equívocos comuns

Há um equívoco comum de que o policial tem o dever de proteger excluindo sua própria segurança. Apesar dos métodos de treinamento em cada departamento policial variarem bastante entre regiões, uma meta universal de qualquer programa de treinamento policial é assegurar que os oficiais evitem tomar riscos desnecessários. Isso significa aguardar por reforços, trabalhar em parceira quando possível e apenas agir em confronto direto como último recurso. O modo como a mídia retrata a polícia em filmes e na televisão, às vezes, trata o trabalho policial como uma profissão que gira em torno de perseguições dramáticas e tiroteios. Na realidade, a maioria das ocorrências são resolvidas pacificamente através do empenho em negociações verbais. O maior objetivo de qualquer policial no trabalho cotidiano é completar seus deveres de maneira pacífica e retornar para casa em segurança no fim do dia.

Além das obrigações

A maioria dos policiais não são treinados em correr riscos extremos para proteger a população em geral. A ordem padrão é chamar por reforços, especialmente em situações perigosas. Alguns policiais vão além das obrigações quando vidas estão em jogo e se colocam diretamente em risco para proteger cidadãos comuns. Ir além dos deveres também toma a forma de pequenas ações de heroísmo, tais como a participação em comunidades. Muitos setores policiais encorajam seus integrantes a darem o melhor para serem pilares exemplares na comunidade e tomados como exemplos; alguns oficiais escolhem ir além, se voluntariando em atividades comunitárias que promovem vários temas sobre segurança pública. Um bom exemplo são os policiais que visitam escolas, realizando apresentações aos jovens de programas antidrogas e atividades de segurança nos arredores após o término dos períodos.

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