Teorias sobre a queda do Império Romano

Escrito por solace powell | Traduzido por pina bastos
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Teorias sobre a queda do Império Romano
Os cidadãos romanos gostavam muito dos jogos de gladiadores, mas esses jogos contribuíram para a queda do seu império (ancient rome image by jim from Fotolia.com)

Os romanos governaram seu imenso império por aproximadamente 500 anos, de 27 a.C. a 476 d.C., relata o Roman Colosseum.info. O território romano incluía terras em volta do Mediterrâneo, além da atual Grã-Bretanha, da Ásia Menor e do Norte da África. Muitos fatores contribuíram para a queda do Império Romano, inclusive antagonismo, guerras constantes, invasões, o custo dos jogos de gladiadores e uma economia em colapso. Todos esses elementos, além de outros, trouxeram o fim ao que foi um dia um poderoso império.

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Política

O Império Romano tinha dois corpos governamentais, o Senado e o imperador. O Senado tinha o poder de aconselhar sobre assuntos religiosos, civis e militares, enquanto o imperador tinha autoridade sobre vida e morte. Os imperadores eram poderosos, ricos e eram, muitas vezes, acusados de corrupção. Como não havia um processo para escolher o imperador, era difícil escolher um novo. Em dado momento, diz o site Rome.info, o velho imperador, o Senado, a Guarda Pretoriana e o exército -- todos tinham voto decisivo para escolher um sucessor. Mas quando a Guarda Pretoriana tornou-se poderosa, ela ganhou controle total sobre a escolha de um novo imperador e começou a vender a posição para quem fizesse a melhor oferta. Começando em 186 a.C. e pelos cem anos seguintes, o Império Romano teve 37 imperadores distintos e a maioria deles foi assassinada. A corrupção na política contribuiu para o declínio do império.

Declínio moral

Um declínio na moral entre a classe mais alta, o imperador e os nobres contribuiu para o declínio do Império Romano. Até mesmo durante a Pax Romana, um longo período de relativa paz durante o tempo de Augusto a Marco Aurélio, diz o site Rome.info que pelo menos 32.000 prostitutas estavam presentes em Roma. Imperadores como Nero e Calígula eram conhecidos por desperdiçar dinheiro em festas lascivas. Grande parte da população romana se reunia no Coliseu para ver as lutas de gladiadores, que eram a forma mais popular de entretenimento público. As ruas romanas fervilhavam com muitos crimes violentos e tornaram-se inseguras.

Decadência da cidade

Enquanto os ricos viviam em casas luxuosas, os pobres viviam em moradias como apartamentos superpovoados, malcheirosos e inseguros. Segundo o site Rome.info, o aluguel dependia do número de escadas que o locatário precisava subir, e as escadas eram trêmulas, de madeira e perigosas. À medida que o número de andares subia, o aluguel barateava. Os apartamentos de cima eram alugados para os pobres por mais ou menos o equivalente a 80 reais por ano. Se a pessoa não conseguisse pagar o aluguel, era expulsa e acabava nas ruas cheias de crimes. Esses fatores contribuíram para a decadência das cidades romanas.

Cristianismo

Na Roma antiga, uma morte prematura era inevitável. Pela sua conversão ao cristianismo, os romanos ganhavam uma fé na vida após a morte, o que ajudou muitos deles a adquirirem coragem e esperança. Mas, como resultado da sua conversão, muitos romanos tornaram-se pacifistas e, como tal, ficaram hesitantes em defender-se dos ataques dos bárbaros. O imperador Constantino, o Grande foi um cristão que ofereceu favorecimento e proteção a outros cristãos, mas, em vez de manter o Império Romano, ele usou a riqueza do seu império para construir a Igreja.

Ataque final

Em 476 d.C., as tribos bárbaras germânicas derrubaram Augústulo Rômulo, o imperador no poder, diz o site Roman Colosseum.info. Depois, piratas e bandidos tornaram as viagens inseguras e os chefes de clãs germânicos governaram a parte ocidental do império. As fazendas, pontes e estradas não foram mantidas e, sem os produtos das fazendas, as cidades não podiam sobreviver, já que esses produtos eram usados como moeda de troca. Sem o comércio, os negócios desapareceram e a falta de estrutura causou o declínio das cidades.

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