Tradições de boas vindas aos recém nascidos

Escrito por kimberly decosta | Traduzido por diego dias
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Tradições de boas vindas aos recém nascidos
Famílias judaicas gostam de um almoço ou jantar em celebração ou seudá, assim que a criança nascer (BananaStock/BananaStock/Getty Images)

Dar bem vindas ao recém-nascido é uma experiência única para familiares e amigos da criança reunindo pessoas com a magia e animação do bebê. Diferentes culturas resultam em diferentes tradições para dar boas vindas aos recém-nascidos, com alguns passos de lendas antigas e outras com uma pitada de fantasia e superstição. Longe das ideias de cegonhas, balões azuis e rosas e carrinhos de bebê, as tradições de boas vindas trazem luz o sentimento de harmonia e tranquilidade as pessoas que as celebram.

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Nomear

A cultura chinesa se apoia no mistério e sinais elementares para determinar o nome do bebê. Os pais sentem que a harmonia e o equilíbrio no nome de uma criança estão conectados a data e o horário do nascimento. As datas e horários específicos estão correlacionados com algum elemento tais como terra, fogo ou água, e portanto, o nome escolhido deve se associar a tal elemento. Na verdade, muitos pais chineses procurarão por ajuda de um felizardo nomeador no nome do bebe, e escolherão um nome falso antes do nascimento para enganar espíritos ruins. De acordo com a cultura, o ato de nomear a criança com o nome de um membro familiar falecido é um tipo de reencarnação. O recém-nascido irá apresentar as mesmas qualidades e forças da pessoa com que ele ou ela for nomeado (a).

Batismo

Os inuítes se apoiam bastante em tradições e nos espíritos dos mortos para proteger e guiar a criança. Quando uma criança nasce, um pajé executa o batismo onde o espírito guia é dado ao bebê. Na Irlanda, dar boas vindas ao recém-nascido tem significado religioso. Um bebê é batizado usando um gorro feito do pedaço de tecido que a mãe utilizou no dia do casamento. Uma moeda de prata é colocada na mão da criança durante o batismo como sinal de prosperidade futura. Além disso, muitos casais guardam uma garrafa de champanhe do dia do casamento para servir no dia do batizado; É uma forma emocionante de transmitir o amor de ambos os pais no casamento para o nascimento de seus filhos. Já os bebês poloneses dormem com a mãe até que ele seja batizado, o que geralmente leva de três a quatro meses após o nascimento.

Levando o bebê para casa

Diferentes culturas permitem que somente quem possui vínculos fortes com o recém-nascido possa o dar boas vindas, embora outras culturas permitam que familiares imediatos vejam e toque o bebê logo após o nascimento. Segundo a cultura armeniana é solicitado que a família e o recém-nascido fiquem em casa nos primeiros quarenta dias de vida da criança. As pessoas que moram no local, são as únicas que são permitidas a verem e tocar o recém-nascido. A mão então recebe a atenção necessária, embora o bebê esteja protegido de germes como também do "olho gordo" (mal olhado) ao não se aventurar no mundo exterior. Reciprocamente, na cultura coreana as mulheres mais velhas da família são solicitadas para cuidar do recém-nascido permitindo que a nova mãe descanse.

Parto

Os bebês são bem vindos ao mundo com canções, cantigas e superstições. No México as parteiras coloca os recém nascidos entre as pernas da mãe para mantê-los aquecidos e livre de maldições. Na Polônia, não há parteiras profissionais; uma mulher mais velha e respeitada desempenha este papel e é chamada de baka. Já segundo a tradição da Guatemala a nova mãe deve beber chocolate quente e pão açucarado assim que o bebê nascer. Cantigas e orações geralmente são ouvidas durante as tradições dos partos africanos e muçulmanos.

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