Tratamento do cordão de astrocitoma medular

Escrito por contributing writer | Traduzido por luiz fernando ferreira da silveira
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Tratamento do cordão de astrocitoma medular
Os astrocitomas são tumores da medula espinhal (Hemera Technologies/PhotoObjects.net/Getty Images)

Os astrocitomas são tumores da medula espinhal que se desenvolvem dentro de células chamadas astrócitos na medula espinhal. Eles surgem geralmente na medula espinal superior, perto do pescoço e da parte superior do peito. Embora pacientes em qualquer idade possam ser diagnosticados com astrocitomas, eles são mais comuns em crianças. Em pacientes menores de 10 anos, os astrocitomas são responsáveis ​​por mais de 90 por cento dos tumores intramedulares (tumores da coluna vertebral) e, nos adolescentes, são responsáveis ​​por 60 por cento desses mesmos tumores.

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Tratamento

O tratamento varia dependendo de alguns fatores. Na maioria das vezes, recomenda-se a cirurgia, mas outras opções podem incluir observação, quimioterapia, radiação ou tratamento com remédios. Os fatores considerados incluem a localização, o tipo e o tamanho do tumor e se é metastático (isto é, um câncer que se originou em outra parte do corpo e se espalhou para a coluna vertebral).

Cirurgia

Geralmente, a cirurgia é uma opção de tratamento recomendada, especialmente para os tumores benignos, já que ele pode ser removido com riscos mínimos de danos neurológicos. Os avanços na tecnologia médica deixaram os tumores muito mais fáceis de se operar. Algumas técnicas cirúrgicas incluem a microcirurgia, o uso de aspiradores ultra-sônicos, testes de potencial evocado e cirurgia assistida por computador. A microcirurgia envolve o uso de um poderoso microscópio para remover o tecido tumoral, preservando o tecido sadio. Os aspiradores ultra-sônicos utilizam ondas sonoras que vibram para romper os tumores e, em seguida, chupam os pedaços. O teste de potencial evocado permite aos médicos testar a função dos nervos usando eletrodos a fim de evitar a lesão do nervo em uma cirurgia. Finalmente, a tecnologia computadorizada ajuda a localizar e remover tumores com segurança.

Observação

Se uma pessoa tem um crescimento lento do astrocitoma benigno (não cancerígeno) na medula espinhal, uma observação cuidadosa pode ser o melhor tratamento, especialmente para os pacientes idosos que não estão exibindo sintomas e cujo tumor foi descoberto apenas como parte de um exame médico para uma condição não relacionada. Varreduras MRI periódicas monitoram o crescimento do tumor para garantir que ele não se torne muito grande. Desta forma, os potenciais riscos e efeitos colaterais do tratamento para astrocitoma medular são evitados o máximo possível.

Radioterapia

Se o astrocitoma medular for cancerígeno, a radiação pode ser recomendada após a cirurgia para removê-lo. A radioterapia também pode ser recomendada quando um tumor é inoperável. Este tratamento tem duração de 15 e 20 minutos e envolve a pontaria de raios de alta energia, constituídos por aceleradores lineares, em tumores.

Quimioterapia

A quimioterapia pode ser uma opção para astrocitomas malignos da medula espinhal. Os agentes quimioterapêuticos são administrados por via oral ou por injeção para matar as células em crescimento e divisão, que criam o tumor da medula espinhal. A quimioterapia também pode ser utilizada para tentar reduzir um astrocitoma e torná-lo operável.

Outras drogas

Um tratamento para o astrocitoma pode produzir inchaço na medula espinhal. Os médicos prescrevem frequentemente corticosteroides ou esteroides para tratar a inflamação e o inchaço. As drogas também podem ser prescritas em uma base a longo prazo, para lidar com a dor ou edema causado por astrocitomas.

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