Tumores na hipófise

Escrito por m. gideon hoyle | Traduzido por mariana munhoz
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Tumores na hipófise
Apesar de tratáveis, não existe uma cura confiável para tumores na hipófise

Os tumores na hipófise afetam essa glândula, que é o maior centro de produção de hormônios no corpo, e podem causar uma série de efeitos prejudiciais. As causas exatas desses tumores são desconhecidas. Apesar de serem tratáveis, especialmente nos estágios iniciais, eles não têm um cura confiável. As opções de tratamento variam muito de acordo com as particulares de cada caso individual.

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Sobre os tumores na hipófise

A maioria dos tumores na hipófise são adenomas, uma classe benigna de tumores que não se espalha para outros órgãos ou tecidos. A maioria dos danos que es causa estão relacionados ao tamanho da glândula pituitária, a localização e a sua função. Localizada logo atrás, e um pouco acima, do nariz, essa glândula é do tamanho de uma ervilha. Ela está cercada por outras estruturas, e qualquer crescimento além do normal em um espaço tão pequeno pode causar problemas, benigno ou não. Ainda, mesmo os crescimentos benignos podem afetar as funções da hipófise, interferindo com a produção de um ou mais hormônios essenciais. Alguns tumores da hipófise, chamados de adenomas invasivos, causam problemas adicionais se espalhando pela cavidade sinusal ou pelos ossos do crânio. Um pequeno número dos tumores são na verdade cancerígenos, e podem se espalhar pelo cérebro, pela medula espinhal e por outras partes do corpo.

A maior parte do tumores da hipófises são chamados de tumores "funcionais", o que significa que o tumor produz hormônios como se fosse um tecido norma da glândula. Essa secreção extra de hormônios agrega aos desequilíbrios hormonais que caracterizam muitas formas da doença. Outros tumores não-funcionais não produzem hormônios.

Se seu histórico familiar inclui uma doença chamada neoplasia endócrina múltipla tipo 1 (NEM 1), você tem maiores riscos de desenvolver tumores. Ainda assim, a maioria das pessoas que desenvolvem os tumores não sofrem dessa doença , e a falta de conhecimento sobre como os tumores da hipófise são formados significa que não existe um método efetivo de prevenção.

Sintomas

Se você está desenvolvendo um tumor da hipófise, seus sintomas podem incluir fadiga, convulsões, perda da visão periférica, dores de cabeça, corrimento nasal limpo, fraqueza, vômito, perda de pelos do corpo e pressão baixa. Outros sintomas são desencadeados pela alteração dos níveis hormonais, e podem incluir acromegalia (mãos, rosto e pés anormalmente grandes) e síndrome de Cushing, na qual gordura se acumula no rosto, no peito e nas costas, acompanhada do afinamento anormal dos braços e das pernas. Outros problemas podem incluir contagem baixa de espermas e perda de apetite sexual, como também a produção de leite em mulheres que não estão nem amamentando nem grávidas.

A importância do diagnóstico precoce

O sucesso no tratamento do tumor na hipófise depende muito do quão cedo o diagnóstico foi feito. Se você estiver sentido qualquer combinação dos sintomas principais, procure um médico o mais rápido possível. Muitos dos sintomas podem ser confundidos com sintomas de outras doenças, e um diagnóstico errado é um problema real. Se deixado sem tratamento, o tumor pituitário pode causar danos ao cérebro, ao nervo óptico e as artérias carótidas.

Tratamento

Se seu diagnóstico for positivo, o tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia ou outras medicações usadas para encolher tumores ou bloquear a secreção de hormônios. Se você for mais velho, e o tumor não estiver causando danos sérios, o médico pode escolher monitorar o progresso do tumor sem nenhuma intervenção imediata. Em pacientes mais jovens, no entanto, a possibilidade de um crescimento adicional do tumor fazem com que o tratamento imediato seja a opção padrão.

Enquanto o tratamento contem o crescimento dos tumores da hipófise, eles infelizmente também trazem efeitos permanentes. Em particular, a remoção do tumor pode destruir a habilidade da glândula de produzir um ou mais hormônios, criando a necessidade permanente de substitutos sintéticos.

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