Usos industriais da pepsina

Escrito por vincent summers | Traduzido por ricardo soares
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Usos industriais da pepsina
A qualidade das peles de animais utilizadas para o couro é muitas vezes melhorada através de tratamento com pepsina (animal-hide image by sumos from Fotolia.com)

A pepsina é uma enzima digestiva — especificamente, uma protease — produzida no estômago. As enzimas são substâncias químicas, normalmente proteínas, que catalisam reações bioquímicas. A pepsina se forma no meio ácido, após deixar as células, ou o próprio estômago estaria sob ataque.

A pepsina derivada de suínos está disponível como um produto comercial. Várias utilizações industriais tiram vantagem da forte ação digestiva bioquímica da pepsina.

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Alteração de proteínas para a alimentação

A pepsina divide as proteínas em fragmentos solúveis em água, denominados peptonas. Embora isso normalmente ocorra no estômago, pode ser repetido em em grande escala comercialmente. A digestão parcial por pepsina pode ser usada em aplicações de alimentos, por exemplo, no processamento da proteína de soja e de gelatina. A pepsina tem sido usada como um substituto para a renina na produção de certos queijos.

Tratamento de couro

A pepsina é usada pela indústria de couro para remover traços indesejáveis ​​de tecido remanescente, como cabelo e gordura, a partir de couros parcialmente processados. Esse tratamento enzimático é chamado de "amaciar" os couros. O processo também reduz a dilatação e suaviza as peles, melhorando a qualidade do couro.

Uso histórico na medicina

A pepsina foi combinada com a planta senna para criar um laxante popular, Syrup Pepsin, inicialmente criado em 1800. Por muitos anos, a Pepsin Syrup Company (mais tarde comprada pela Sterling Drugs) vendeu o produto. Outra formulação usando pepsina para fins medicinais foi a Dr. Pepper’s Pepsin Bitters (ela não é o mesma da fórmula para a bebida gaseificada popular Dr. Pepper).

Investigações científicas

A pepsina é utilizada para tornar anticorpos em "fragmentos conectores ao antígeno funcional" para investigação médica e biológica e aplicações práticas, na qual é desejável não utilizar anticorpos inteiros. Esse processamento reduz as tendências de anticorpos interagirem com as células imunológicas e se envolverem em ligação não específica. Isso permite que os anticorpos sejam mais facilmente estudados. O processo ainda está em fase de investigação.

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