Sequelas dos ataques de asma

Escrito por amanda larson | Traduzido por josé fabián
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Os ataques de asma acontecem quando os tubos bronquiais, ou tubos de ar dentro dos pulmões, estreitam-se. O resultado é uma dificuldade para respirar que pode ser leve, moderada ou severa. Quando um ataque acontece, remédios ou cuidados em uma sala de emergências permitem que o paciente volte a respirar normalmente. No entanto, podem ocorrer alterações nos tubos bronquiais que levam ao que se conhece como "segunda linha", após dias ou semanas.

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A segunda linha

Mesmo que um ataque de asma seja leve, os sintomas de segunda linha podem ser muito sérios. Os tubos de ar continuam se inchando e os pulmões ficam mais sensíveis a irritantes. Mesmo que tenham passado os sintomas normais de um ataque de asma, como tosse, chiado, falta de fôlego e dor no peito, a ameaça pode continuar. Um novo ataque normalmente é mais severo e perigoso do que o original.

Tratamento de um ataque de segunda linha

Por causa da severidade dos ataques de asma de segunda linha, é frequentemente necessário um tratamento urgente no hospital. Os médicos podem administrar medicamentos para reduzir o inchaço dos tubos de ar e relaxar os músculos comprimidos das vias aéreas. Quem sofre de asma deve ter preparado um plano para que os amigos e parentes saibam o que fazer em caso de emergência, incluindo a qual centro médico assistir, números de telefone e remédios que estiverem sendo tomados.

Prevenção médica

Os remédios para os sintomas da asma normalmente vêm em forma de drogas anti-inflamatórias ou broncodilatadoras administradas através de inaladores. Às vezes são dados antibióticos para pneumonia ou infecções por bactérias (que podem levar a ataques de asma em pacientes suscetíveis), mas eles não controlam a asma em si. Não devem ser tomados sedativos, descongestivos e outros remédios frios, epinefrina nem adrenalina, pois não só não ajudam, mas podem piorar os sintomas. Além dos remédios prescritos, pode ser indicada a terapia física para diminuir o desconforto causado pela contração dos músculos do tórax.

Medidas de precaução

A "Global Initiative for Asthma" (GINA, Iniciativa Global pela Asma) recomenda que os asmáticos controlem e tratem os sintomas. Isso é essencial para evitar que o problema piore. Também é recomendável conhecer o médico e criar uma parceria em torno do tratamento. Identificando e reduzindo os fatores de risco, os pacientes podem minimizar os problemas da asma. O stress, fumaça de cigarro, pelo de animais, mofo e outros alérgenos são alguns deles. Limitar essa exposição pode reduzir o sofrimento e, possivelmente, salvar a vida da pessoa.

Asma em crianças

As crianças devem receber atenção extra depois do ataque inicial de asma. Às vezes, elas são mais suscetíveis aos ataques posteriores, pois são mais ativas do que os adultos e é menos provável que evitem os fatores desencadeantes. As crianças com asma devem ser frequentemente lembradas de situações que podem piorar os sintomas. Os adultos (não só os médicos) devem dizer a elas o que fazer em caso de um ataque, como e quando administrar os remédios, e qual é o número de emergências para ligar.

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