Sobre a vida colonial em fazendas nos Estados Unidos

Escrito por colleen morrison | Traduzido por raquel l. pontes
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Sobre a vida colonial em fazendas nos Estados Unidos
A vida colonial em fazendas era difícil, mas não dura (Medioimages/Photodisc/Photodisc/Getty Images)

A abundância de terras foi um traço importante da América colonial, e a oportunidade de se tornar um proprietário foi um atrativo poderoso para aqueles que decidiram fazer a viagem ao outro lado do Atlântico. No entanto, a vida colonial em fazendas nos Estados Unidos estava longe de ser tranquila. Durante a maior parte do tempo, a terra só se tornava própria para a agricultura após meses de trabalho braçal. A despeito do que esperavam, os recém-chegados não encontravam um caminho fácil nas colônias, e sim trabalho duro.

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Características

Cada membro da família contribuía para a economia doméstica em uma fazenda colonial. Homens e meninos passavam muito tempo fora de casa, limpando a terra, plantando e colhendo a safra. Durante os meses de inverno, reparavam ferramentas e trabalhavam em construções na fazenda. Mulheres cuidavam do trabalho doméstico. Lavavam roupas, preparavam refeições, preservavam a comida, teciam e mantinham o jardim. Crianças trabalhavam junto aos pais, de acordo com seu gênero. Uma família com poucas crianças poderia acolher as de outras famílias que tinham mais do que poderiam alimentar.

Período

O período colonial nos Estados Unidos se estendeu dos primeiros assentamentos na metade do século XVII até o período revolucionário nos anos de 1770. Os primeiros imigrantes viviam em estruturas rústicas e lutavam contra o meio ambiente. No entanto, já na metade do século XVII famílias fazendeiras desenvolveram estratégias para lidar com o ambiente, o que tornou suas vidas muito mais prósperas e menos rigorosas.

Identificação

As casas dos fazendeiros coloniais variavam de modestas a imponentes. A maioria dos fazendeiros vivia em sólidas casas de madeira, com um andar ou um andar e meio. O térreo geralmente era composto de um só cômodo, com uma grande lareira em uma das extremidades. Às vezes o dono da casa levantava uma parede na outra extremidade para criar um quarto. A maioria das atividades da casa acontecia na sala principal ou saguão. No andar de cima, um sótão ou câmara era o espaço de dormir para os membros da família. O fazendeiro cultivava colheitas e criava gado, muitas vezes apenas o suficiente para sustentar a família e os animais. Ele tentava acumular terras suficientes para que quando seus filhos chegassem à idade adulta ele pudesse dar a eles um lote para que começassem suas próprias fazendas.

Significado

A vida em fazenda e as famílias que nelas viviam originaram um respeitável símbolo da democracia americana: o fazendeiro independente que sustenta a si mesmo e a seus familiares em sua pequena propriedade. A enorme demanda de trabalho nas fazendas de "plantation" das colônias do sul ajudaram a dar origem à escravidão como um meio de produção e à captura involuntária de prisioneiros africanos.

Ideias equivocadas

No início das colônias americanas, africanos atuavam como empregados contratados, assim como europeus. Uma vez terminado seu tempo de serviço, eram livres para seguir seus próprios caminhos. A ideia de escravidão baseada em raça e de que pessoas poderiam ser escravizadas por toda a vida se desenvolveu ao longo do tempo. Eventualmente, a condição da mãe, livre ou escrava, determinava a condição da criança.

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