Substâncias químicas encontradas na pasteurização de leite cru

Escrito por elaine harper | Traduzido por mariana silva gray
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Substâncias químicas encontradas na pasteurização de leite cru
O leite pasteurizado tem despertado preocupações com a saúde (Jupiterimages/Comstock/Getty Images)

Hoje em dia, os fabricantes frequentemente pasteurizam o leite para prevenir bactérias perigosas que são contraídas na deterioração. Louis Pasteur inventou o processo de pasteurização em 1863, quando ele descobriu que aquecer o vinho matava os micro-organismos responsáveis por transformar o vinho em vinagre, diz Bryn Nelson da Chemical Heritage Foundation. Apesar da intenção da pasteurização do leite em matar bactérias, controvérsias rodeiam o processo que envolve a adição de substâncias químicas e hormônios artificiais de crescimento ao leite.

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Pasteurização

Atualmente, a "pasteurização lenta" e "fluxo contínuo" são os dois métodos usados para pasteurizar leite. O processo de "pasteurização lenta" aquece o leite armazenado em cubas até 65º C por 30 minutos e, em seguida, abruptamente esfria o leite para 3º C, para destruir qualquer patógenos causadores de doença que o leite cru possa conter antes de ser embalado. No entanto, pasteurizar o leite também tem o potencial de matar bactérias benéficas, proteínas e enzimas encontradas no leite cru.

Hormônios

Cientistas sempre encontraram hormônios naturais no leite. Mas o site Raw-Milk Facts diz que hormônios artificiais como o rBGH injetados em vacas são encontrados em leite pasteurizado. Hormônios artificias contendo estrógeno podem potencialmente causar efeitos negativos na saúde dos tecidos do corpo. Corydon Ireland da Harvard University Gazette declara que existem conexões entrem câncer e hormônios alimentares contendo estrógeno. O leite pasteurizado de vacas grávidas contêm níveis mais altos de estrógeno do que os leites de vacas que não estejam grávidas. Embora os efeitos diretos do leite pasteurizado não sejam muito claros, estudos sugerem que as pessoas consumam menos leite pasteurizado. Corydon Ireland também não indica aos fazendeiros ordenhar vacas grávidas.

Substâncias químicas

O site Natural News alega que um copo de leite pasteurizado contêm um "cocktail químico tóxico de 20 analgésicos, antibióticos e hormônios de crescimento". Cientistas alegam que substâncias químicas relacionadas a remédios encontradas no leite de vaca pasteurizado também estão presentes em leite de cabra e em leite humano. Essas substâncias químicas derivam de fazendeiros que administram hormônios de crescimento ao gado e cabras em fazendas modernas. Em um estudo, o leite de vaca amostrado de vacas da Espanha e do Marrocos continham substâncias químicas como os ácidos "niflúmico" e "mefenâmico" e o "hormônio 17-beta-estradiol" responsável por efeitos negativos em hormônios masculinos com consequências desconhecidas.

Substâncias químicas encontradas na pasteurização de leite cru
Fazendeiros frequentemente injetam hormônios artificiais nas vacas (Jupiterimages/BananaStock/Getty Images)

Leite orgânico cru

Beber leite orgânico cru diminui as chances de ingerir hormônios artificiais e substâncias químicas. Leite cru sem ser pasteurizado contêm todos os 20 aminoácidos padrões e ácido linoleico conjugado (CLA), um ácido graxo Omega-6 correlacionado à luta contra a obesidade e aumento das funções metabólicas, declara o site Natural News. Além disso, fazendeiros que evitam injetar hormônios de crescimento das vacas produzem um leite mais saudável. O leite cru vem de vacas alimentadas naturalmente com pasto, eliminando as preocupações com a saúde. E o site Raw-Milk Facts.com alega que leite de vacas alimentadas com pasto contêm "propriedades antibióticas naturais" que fornecem proteção contra bactérias perigosas.

Evitando hormônios e substâncias químicas

Corydon Ireland da Harvard University Gazette sugere a ingestão do leite desnatado para evitar o consumo de hormônios artificiais indesejados. Evitar produtos lácteos inteiramente também ajuda na proteção contra alguns hormônios e substâncias químicas. Mas as pessoas preocupadas em consumir a quantidade certa de cálcio em suas dietas podem ir em lojas de produtos orgânicos que oferecem leite orgânico cru. Reed Mangels do The Vegetarian Resource Group alega que alimentos como o brócolis, a couve, a mostarda, o tofu e a soja são fontes de cálcio alternativas disponíveis em qualquer supermercado.

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