Pontos fracos da teoria de Carl Jung

Escrito por lynda lampert | Traduzido por eduardo horst maidana
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Pontos fracos da teoria de Carl Jung
Carl Jung desenvolveu muitas teorias sobre o cérebro (Hemera Technologies/PhotoObjects.net/Getty Images)

Carl Jung foi um dos psiquiatras mais famosos, depois de Sigmund Freud. Ele introduziu em nossa linguagem conceitos como a sincronicidade, o inconsciente coletivo e o arquétipo. Ele foi o homem que mergulhou na mitologia e no folclore, sondando a mente humana e seus segredos. Apesar de suas muitas realizações, há alguns pontos fracos e críticas sobre suas teorias. Suas ideias eram revolucionárias, mas também além da compreensão, em determinados casos.

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Alucinações auditivas

Jung acreditava que pessoas que tinham alucinações auditivas estavam ouvindo as palavras de um inconsciente coletivo falando diretamente com elas. Ele não considerava esses eventos como patológicos. Ele na verdade considerava-os benéficos ao sujeito e necessários para a automelhora. Isso foi amplamente criticado e visto como uma das fraquezas das teoria de Jung. Ao invés de tratar as alucinações, ele as considerava benéficas às pessoas.

Estilo literário

Eventualmente, Jung tinha um jeito muito confuso de escrever, o que levou muitas de suas teorias a debates. Algumas das terminologias que ele usou são vagas e difíceis de entender. Isso torna difícil apreciar completamente o significado de suas teorias, pois muitos termos podem ser usados com vários significados. Ele também usa várias referências obscuras que tornam seus escritos difíceis de entender até mesmo para os estudantes mais dedicados.

Ciência

Jung não se preocupava com a pesquisa científica e muitas de suas teorias não podem ser testadas em um contexto de laboratório. Ele não se preocupava com ideias que podem ser medidas, e essa é uma das fraquezas de sua teoria. As teorias de Jung não podem ter sua validade provada por teste, pois não há como testar coisas como o acaso, o inconsciente coletivo e o arquétipos no mundo real. Suas ideias são místicas e se desviam muito do pensamento científico.

Religião

Jung tentou fazer com que suas teorias incluíssem a religião em psicologia e isso foi visto como uma das fraquezas primárias de suas teorias. Seus estudos sobre misticismo, folclore e mitologia, juntamente com seu interesse permanente em religião, levaram-no a tentar explicar a religião em termos psicológicos. Muitos psicólogos consideram que esses problemas não podem ser explicados pela psicologia. Contudo, algumas pessoas consideram Jung como um revolucionário tentando estender a prática para essa área.

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